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Arquipelago de Origem:
Funchal
Data da Peça:
2004-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
06/11/2021
Autor:
José Manuel de Abreu
Chegada ao Arquipélago:
2021-11-06
Proprietário da Peça:
Univerdade da Madeira
Proprietário da Imagem:
Univerdade da Madeira
Autor da Imagem:
Univerdade da Madeira
George Day Welsh nas relações entre a Madeira e os Estados Unidos da América, José Manuel de Abreu, Tese de Mestrado apresentada à Universidade da Madeira, Funchal, 2004, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    José Manuel de Abreu, George Day Welsh nas relações entre a Madeira e os Estados Unidos da América.
    George Day Welsh (1786-1853)
    Tese de Mestrado orientado pelo Professor Doutor João Adriano Ribeiro (1953-2018), Departamento de Estudos Anglísticos e Germanísticos, Universidade da Madeira, Funchal, 2004, ilha da Madeira

    George Day Welsh (1786-1853) natural de Filadélfia, já se encontrava na Madeira a 17 mar. 1808, quando obtém salvo-conduto ou passaporte de William Carr Beresford (1786-1854) para circular entre a Madeira e as Canárias. Tinha então 22 anos, altura de 5 pés e 8 polegadas (1,85 m.), de fraca compleição e cabelo preto e estava autorizado para ir e voltar das ilhas Canárias com produtos ingleses (pub. tenente-coronel Sarmento, in Ensaios Históricos da Minha Terra, ilha da Madeira, Funchal, 1952, p. 206). Casa no Funchal, a 15 de julho de 1814, com Dona Vicência Ludovina Correia de Freitas da Silva (fal. 1841), filha do sargento-mor Jacinto Joaquim de Freitas da Silva (cujos pais eram Francisco Agostinho de Figueiroa Linhares e Vasconcelos, de S. Pedro, Funchal, e D. Luísa Maria Guiomar de Sá Acciaiuoli, natural da Ribeira Brava) e viúva do tenente-coronel Francisco Anacleto de Figueiroa Linhares e Vasconcelos, com quem casara a 13 de abril de 1801. Teve dois filhos, George Benger Welsh e João George Welsh, que depois se fixou em Nova Iorque, negociantes, que fundaram a firma Welsh Brothers, em 1846, e duas filhas, D. Ana de Freitas Lomelino, casada a 1 nov. 1834, com o morgado Nuno de Freitas Lomelino, em 1853, já com 7 filhos e, D. Helena Dias, casada com o major Manuel Feliciano Dias. Em 1815 é referido como cônsul dos Estados Unidos (ARM, Notários, Nº 1921, f. 80-81), mas lugar de que não obtemos confirmação, que poderia ter mantido até 1816, quando o lugar passa a ser desempenhado por John Howard Marsh (c. 1880-c. 1865). Fez testamento em maio de 1853 (ARM, Administração do Concelho do Funchal, Nº 8, f. 232-234) e, em setembro, parece já ser falecido .