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Arquipelago de Origem:
Santa Catarina (Brasil)
Data da Peça:
1740-00-00
Data de Publicação:
29/06/2020
Autor:
José da Silva Pais
Chegada ao Arquipélago:
2020-06-29
Proprietário da Peça:
Universidade de Santa Catarina
Proprietário da Imagem:
II Seminário Internacional, Fortalezas Brasileiras
Autor da Imagem:
II Seminário Internacional, Fortalezas Brasileiras
Forte de Santo António de Ratones, José da Silva Pais, 1740 a 1744, Santa Catarina, Brasil

Categorias
    Descrição
    Forte de Santo António de Ratones
    Forte de Santo António de Lisboa da ilha de Ratones Grande.
    Alvenaria de pedra rebocada e aparente.
    José da Silva Pais (1679-1760), 1740 a 1744.
    Prospeto do II Seminário Internacional, Fortalezas Brasileiras, Rio de Janeiro, 3 a 5 de dezembro de 2019.
    Ilha Ratones Grande, Santa Catarina, Brasil.

    José da Silva Pais (de Vasconcelos) (Lisboa, 25 out. 1679; Lisboa, 14 nov. 1760). Brigadeiro, governador de Santa Catarina e do Rio de Janeiro, Brasil
    1679, 25 out.: nasce na freguesia das Mercês, em Lisboa, filho de Roque Gomes Paes e D. Clara Maria da Silva; 1701: assiste na armada surta no Tejo, em Lisboa e passa à província do Alentejo, para assistir na fortificação da praça de Olivença, com o posto de ajudante de engenheiro; 1704, 8 maio: casa em Lisboa com D. Máxima Teresa da Silva (Brito); 1705, 31 Ago.: foro de cavaleiro fidalgo da Casa Real; 1712: como tenente coronel de Infantaria com exercício de engenheiro trabalha na libertação de Campo Maior, sob as ordens do Conde da Ribeira Grande; 1713, 20 fev.: promovido ao posto de coronel de Infantaria com exercício de engenheiro por se ter distinguido na defesa de Campo Maior; 1719, 30 mar.: alvará de propriedade do ofício de escrivão das apelações cíveis da Casa da Suplicação de Lisboa; , 26 abr.: autorização para nomear serventuário do citado cargo; 10 out.: requerimento de habilitação à Leitura dos Bacharéis; , 23 out.: toma posse do cargo; 18 nov.: aprovação na Leitura dos Bacharéis; 1720, 1 ago.: enviado para os Açores com soldo e tempo dobrados; 10 ago.: embarca para os Açores na fragata de guerra Nª. Sª. da Conceição; passando à ilha Terceira; 12 out.: regressa a Lisboa depois de inspecionar a fortaleza do Monte Brasil e o Porto das Pipas: 1723, 28 mar.: foi enviado com o mestre de campo general conde da Ribeira Grande, D. Luís da Câmara, a Setúbal; 12 maio: provisão como coronel para poder citar Manuel Cavalcante de Albuquerque perante o Ouvidor da comarca de Pernambuco (confirmações de 18 abr. 1724 e 19 abr. 1726); 30 jul.: promovido a coronel de Infantaria com exercício de Engenheiro agregado; 1724, 18 abr.: nova provisão de citação por causa do engenho da Boa Vista, em Gioana, Itamaracá, que pertencera a seu pai Roque Gomes Pais; 1726, 12 abr.: reativação do processo do engenho na ouvidoria de Pernambuco; 1728: 7 set.: provisão para que tivesse capela em Monte Argil, Santarém, que fora a instituída por frei Tomé Cardoso, seu irmão; executa a traça e dirige as obras do Palácio de Vendas Novas e das casas de Pegões para as cerimónias do casamento do futuro rei D. José; 1730, 30 set.: passa com o posto de coronel de Infantaria ao Regimento da Armada Real; 1733, 3 de março: provisão de soldo dobrado e patente de coronel enquanto estiver nas obras de Vendas Novas e Pegões; 1735, 4 jan.: promovido ao posto de brigadeiro com 50 mil réis por mês e colocado no Brasil; 2 mar.: desembarca no Rio de Janeiro; 12 mar.: toma posse do seu lugar de engenheiro-mor; 17 out.: ordem do Conselho Ultramarino para fazer a planta da praça de Santos; 1736, 2 jan.: resolução do Conselho Ultramarino para se fundar a colónia do Rio Grande do Sul; 3 fev.: comanda a expedição à colónia do Sacramento e reconhece Montevideo; 1737, 30 jan.: despacho favorável sobre o seu requerimento, onde pedia o soldo de seu filho homónimo, tenente de cavalos, falecido após doença prolongada; 19 fev.: toma posse do Rio Grande de São Pedro; dez.: investidura como governador de Santa Catarina; 1738, 5 Mar.: assume o governo do Rio de Janeiro; 1740: projeto da fortificação da ilha de Santa Catarina; executa o primeiro projeto da fortaleza da Ilha das Cobras, Rio de Janeiro, depois Arsenal da Marinha; 1749, 2 fev.: regressa a Portugal; , 31 jul.: mercê de fidalgo cavaleiro da Casa Real; 20 set.: mercê do posto de sargento-mor de batalha pelos serviços prestados no Rio de Janeiro e em Santa Catarina; 13 dez.: mercê de soldo dobrado do posto pelos serviços prestados na América; 1757, 5 maio: redige o seu testamento, citando entre outras coisas, a pendência do engenho de Goiana; 1758, 2 nov.: redige um codicilo ao seu testamento; 1760, 14 nov.: falecimento na sua casa de Lisboa, às Fontaínhas, nos Anjos e abertura do testamento.