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Arquipelago de Origem:
Porto
Data da Peça:
2021-04-25
Data de Publicação:
07/09/2021
Autor:
António Aragão
Chegada ao Arquipélago:
2021-09-07
Proprietário da Peça:
Teatro Art’Imagem
Proprietário da Imagem:
Teatro Art’Imagem
Autor da Imagem:
Teatro Art’Imagem
Desastre Nu de António Aragão, texto de 1981, Teatro Art’Imagem, reposição de 25 de abril de 2021, Porto, Portugal.

Categorias
    Descrição
    Desastre Nu de António Aragão, Teatro Art’Imagem.
    Texto de 1981
    (1921-2008)
    Reposição de 25 de abril de 2021, Porto, Portugal.
    Texto: António Aragão; Dramaturgia e Encenação: Daniela Pêgo; Interpretação: Flávio Hamilton, Diana Barnabé, Filipe Gaspar e Gustavo Caldeira; Assistente de Encenação: André Rabaça; Desenho de Luz e Vídeo: André Rabaça; Figurinos e Adereços: Cláudia Ribeiro; Sonoplastia e criação musical: Carlos Adolfo; Produção: Sofia Leal e José Pedro Pereira; Director do Teatro Art’Imagem: José Leitão.

    António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (São Vicente, ilha da Madeira, 22 set. 1921; Funchal, 11 ago. 2008). Filho de Henrique Agostinho Aragão Mendes Correia e de Maria José de Sousa, frequentou o Liceu Jaime Moniz, a Escola Superior de Belas Artes e licenciou-se em Ciências Históricas-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo, em 1960, estagiado em Paris e Roma, onde frequentou ateliers de restauro. Em 1946, António Aragão ganhara o 2º prémio dos Jogos Florais da Madeira com o poema: "Presentemente", tendo depois integrado com outros autores o grupo português de poesia experimental, a partir da década de 60 e, desde muito novo, se dedicou também à pintura. Desde 1972 e até à década de 80 foi diretor do Arquivo Regional da Madeira, anteriormente designado Arquivo Distrital do Funchal, fazendo também parte da comissão diretiva do Museu da Quinta das Cruzes e sido professor da cadeira de História da Arte na Academia de Música e Belas-Artes da Madeira, mas o que deve ter sido pontual. Deixou interessante obra pública escultórica na Madeira e no Porto Santo, ilustrou a obra Canhenhos da Ilha, de Horácio Bento Gouveia (1901-1983), 1966 e deixou ainda obra historiográfica, com especial referência para o Funchal.