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Arquipelago de Origem:
Norte de Portugal
Data da Peça:
2020-03-00
Data de Publicação:
19/08/2021
Autor:
António Aragão e Teatro Art’Imagem
Chegada ao Arquipélago:
2021-08-19
Proprietário da Peça:
Teatro Art’Imagem
Proprietário da Imagem:
Teatro Art’Imagem
Autor da Imagem:
Teatro Art’Imagem
Desastre Nu de António Aragão, texto de 1981, Teatro Art’Imagem, 10 a 15 de março de 2020, auditório da Quinta da Caverneira, Águas Santas, Maia, Portugal.

Categorias
    Descrição
    Desastre Nu de António Aragão, Teatro Art’Imagem.
    Texto de 1981
    (1921-2008)
    Auditório da Quinta da Caverneira, 10 a 15 de março de 2020 (cancelado), Águas Santas, Maia, Portugal.
    Texto: António Aragão; Dramaturgia e Encenação: Daniela Pêgo; Interpretação: Flávio Hamilton, Diana Barnabé, Filipe Gaspar e Gustavo Caldeira; Assistente de Encenação: André Rabaça; Desenho de Luz e Vídeo: André Rabaça; Figurinos e Adereços: Cláudia Ribeiro; Sonoplastia e criação musical: Carlos Adolfo; Produção: Sofia Leal e José Pedro Pereira; Director do Teatro Art’Imagem: José Leitão.

    António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (São Vicente, ilha da Madeira, 22 set. 1921; Funchal, 11 ago. 2008). Filho de Henrique Agostinho Aragão Mendes Correia e de Maria José de Sousa, frequentou o Liceu Jaime Moniz, a Escola Superior de Belas Artes e licenciou-se em Ciências Históricas-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo, em 1960, estagiado em Paris e Roma, onde frequentou ateliers de restauro. Em 1946, António Aragão ganhara o 2º prémio dos Jogos Florais da Madeira com o poema: "Presentemente", tendo depois integrado com outros autores o grupo português de poesia experimental, a partir da década de 60 e, desde muito novo, se dedicou também à pintura. Desde 1972 e até à década de 80 foi diretor do Arquivo Regional da Madeira, anteriormente designado Arquivo Distrital do Funchal, fazendo também parte da comissão diretiva do Museu da Quinta das Cruzes e sido professor da cadeira de História da Arte na Academia de Música e Belas-Artes da Madeira, mas o que deve ter sido pontual. Deixou interessante obra pública escultórica na Madeira e no Porto Santo, ilustrou a obra Canhenhos da Ilha, de Horácio Bento Gouveia (1901-1983), 1966 e deixou ainda obra historiográfica, com especial referência para o Funchal.