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Arquipelago de Origem:
Norte de Portugal
Data da Peça:
Data de Publicação:
08/07/2021
Autor:
E. M. de Melo e Castro
Chegada ao Arquipélago:
2021-07-08
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
Dedicatória de Hidra I a António Aragão, organização de Ernesto de Melo e Castro com capa de João Vieira, Vila da Feira, 1967, Norte de Portugal

Categorias
    Descrição
    Dedicatória de Hidra I a António Aragão.
    Meu Caro ARAGÃO – com esta HIDRA aprendi que a gestação das HIDRAS é de 36 meses, ou mais.
    Um abraço forte do E. M. de Melo e Castro, Sempre, Janeiro + 1967
    Publicação organizada por Ernesto de Melo e Castro (1932-2020) em 1966
    Com dedicatória para o António Aragão (1924-2008) de E. M. Melo e Castro, janeiro de 1967.
    Ilustrações de João Vieira (1934-2009) (capa) e de Manuel Baptista (1936;-), Eurico Gonçalves (1932-), René Bertholo (1935-2005), António Areal (1934-1978) e mais de 15 poetas e escritores.
    Antiga coleção de António Aragão (1924-2008), Funchal
    Leilão Best Net 1104, 12 de novembro de 2015, Lote: 24031, vendido por 150 euros.

    António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (São Vicente, ilha da Madeira, 22 set. 1921; Funchal, 11 ago. 2008). Filho de Henrique Agostinho Aragão Mendes Correia e de Maria José de Sousa, frequentou o Liceu Jaime Moniz, a Escola Superior de Belas Artes e licenciou-se em Ciências Históricas-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo, em 1960, estagiado como bibliotecário em Itália, onde frequentou então ateliers de restauro. Em 1946, António Aragão ganhara o 2º prémio dos Jogos Florais da Madeira com o poema: "Presentemente", tendo depois integrado com outros autores o grupo português de poesia experimental e, a partir da década de 60, também se dedicou à pintura. Desde 1972 e até à década de 80 foi diretor do Arquivo Regional da Madeira, anteriormente designado Arquivo Distrital do Funchal, fazendo também parte da comissão diretiva do Museu da Quinta das Cruzes e sido professor da cadeira de História da Arte na Academia de Música e Belas-Artes da Madeira. Deixou interessante obra pública escultórica na Madeira e no Porto Santo, ilustrou a obra Canhenhos da Ilha, de Horácio Bento Gouveia (1901-1983), 1966 e deixou ainda obra historiográfica, com especial referência para o Funchal.