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Arquipelago de Origem:
Funchal
Data da Peça:
1590-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
05/04/2021
Autor:
Oficina de Lisboa (?)
Chegada ao Arquipélago:
2021-04-05
Proprietário da Peça:
Paço Episcopal do Funchal
Proprietário da Imagem:
Virgílio Gomes
Autor da Imagem:
Virgílio Gomes
D. Sebastião 16 Rei de Portugal, óleo de 1590 (c.), Paço Episcopal do Funchal, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    D. Sebastião 16 Rei de Portugal.
    (1554-1578)
    Óleo sobre tela, 100,5 x 81,5 cm.
    Oficina de Lisboa (?), 1590 (c.)
    Proveniente da antiga portaria do Colégio dos Jesuítas do Funchal, passou depois à Diocese.
    Fotografia de Virgílio Gomes, 17 de outubro 2019.
    Exposição 450 Anos do Colégio dos Jesuítas do Funchal.
    Paço Episcopal do Funchal, ilha da Madeira.

    D. Sebastião (1554-1578), sétimo rei da dinastia de Avis, neto do rei João III (1502-1557) de quem herdou o trono com apenas três anos. A regência foi assegurada pela sua avó Catarina da Áustria (1507-1578) e pelo cardeal D. Henrique de Évora (1512-1580). Aos 14 anos assumiu a governação manifestando grande fervor religioso e militar. Solicitado a cessar as ameaças às costas portuguesas e motivado a reviver as glórias do passado, decidiu a montar um esforço militar em Marrocos, planeando uma cruzada após Mulei Mohammed ter solicitado a sua ajuda para recuperar o trono. A derrota portuguesa na batalha de Alcácer-Quibir em 1578 levou ao desaparecimento de D. Sebastião em combate e da nata da nobreza, para além dos dois rei de Marrocos, o que levou esta batalha a ser conhecida pela Batalha dos Três Reis, iniciando a crise dinástica de 1580 que levou à perda da independência para a dinastia Filipina e ao nascimento do mito do Sebastianismo, mas também à unificação de Marrocos.