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Arquipelago de Origem:
Convite para a exposição Vi o Reino Renovar. Arte no Tempo de D. Manuel I, Museu Nacional de Arte Antiga, 24 de junho de 2021, Portugal
Data da Peça:
2021-06-24
Data de Publicação:
06/07/2021
Autor:
Museu Nacional de Arte Antiga
Chegada ao Arquipélago:
2021-07-06
Proprietário da Peça:
Museu Nacional de Arte Antiga
Proprietário da Imagem:
Museu Nacional de Arte Antiga
Autor da Imagem:
Museu Nacional de Arte Antiga
Convite para a exposição Vi o Reino Renovar. Arte no Tempo de D. Manuel I, Museu Nacional de Arte Antiga, 24 de junho de 2021, Portugal

Categorias
    Descrição
    Vi o Reino Renovar. Arte no Tempo de D. Manuel I
    Convite para a exposição no Museu Nacional de Arte Antiga comissariada por Joaquim Oliveira Caetano, Rosa Bela Azevedo e Rui Loureiro, Lisboa, 24 de junho de 2021, Portugal.

    No ano em que se comemoram os 500 anos da morte de D. Manuel I, o Museu Nacional de Arte Antiga apresenta a exposição temporária «Vi o Reino Renovar. Arte no Tempo de D. Manuel I», resultante da colaboração que estabeleceu com a Biblioteca Nacional de Portugal e os Arquivos Nacionais/Torre do Tombo.
    Não ambicionando ser um balanço das práticas artísticas no tempo de D. Manuel e, muito menos, uma abordagem biográfica ou política sobre o rei, esta exposição pretende analisar a relação do monarca com a prática artística, uma das mais importantes de toda a História portuguesa, não apenas na intensidade com que promoveu, patrocinou e encomendou obras de arquitectura, iluminura, pintura, escultura ou artes decorativas, mas também pela forma como utilizou a produção artística na sua estratégia de representação e afirmação real. Ao rei se ficou a dever a introdução, na administração régia, de estruturas vocacionadas para a gestão dos seus projectos artísticos e arquitectónicos, criando vedorias e incorporando artistas nesse sistema, com cargos próprios que incluíam funções de administração, gestão e de diplomacia.
    Quer as medidas de reorganização administrativa que o rei empreendeu, quer a crescente importância do Império e do peso político nacional decorrente da Expansão, que por sua vez motivaram a necessidade de práticas simbólicas e imagéticas que consolidassem a imagem régia, tanto internamente como num espaço cada vez mais amplo de domínio, estiveram na base desta exposição que se desenvolve ao longo de três núcleos temáticos relativamente autónomos comissariados, respectivamente, por Joaquim Oliveira Caetano, Rosa Bela Azevedo e Rui Loureiro.