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Arquipelago de Origem:
Sines
Data da Peça:
2014-12-23
Data de Publicação:
08/10/2020
Autor:
Emmerico Nunes/Sines
Chegada ao Arquipélago:
2020-10-08
Proprietário da Peça:
Centro Cultural Emmerico Nunes / Câmara Municipal de Sines
Proprietário da Imagem:
Centro Cultural Emmerico Nunes / Câmara Municipal de Sines
Autor da Imagem:
Paulo Costa/CAM/Fundação Calouste Gulbenkian
Cartaz do 3º Concurso de Desenho Humorístico Emmerico Nunes, dezembro de 2014, Centro Cultural Emmerico Nunes / Câmara Municipal de Sines, Portugal

Categorias
    Descrição
    Cartaz do 3º Concurso de Desenho Humorístico Emmerico Nunes, 23 de dezembro de 2014, Centro Cultural Emmerico Nunes / Câmara Municipal de Sines, Portugal
    Paraísos Perdidos para um produto de consumo global: o Turismo, dezembro de 2014
    Viajantes alemães, tinta-da-china s/papel vegetal
    Emmerico Nunes (1888-1968), 1917
    Proveniente do periódico Meggendorfer Blätter (1888-1944), Munique, para o qual o Autor trabalhava.Col. particular de Patrícia e Vasco Duarte Silva, Portugal
    Fotografia: Paulo Costa - CAM/Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal.

    Emmérico Nunes, Emmérico Hartwich Jacinto Nunes (1888-1968). Pintor e ilustrador contemporâneo filho de pai português e mãe alemã, que foi discípulo de Ernesto Condeixa (1858-1933), em Portugal e Fernand Cormon (1845-1924) e Jean-Paul Laurens (1838-1921), em Paris, fixando-se na Alemanha, onde se encontrava, com o início da I Grande Guerra e a conselho do embaixador Sidónio Pais (1872-1918), subsistindo, assim na Alemanha, uma parte da sua então revolucionária obra. Distinguiu-se na pintura de paisagens, marinhas, retratos e dedicou-se igualmente à ilustração do Estado Novo, num outro contexto, aos desenhos humorísticos e aguarelas de grande qualidade. Encontra-se representado no Museu do Chiado, Câmara Municipal de Lisboa e em várias coleções particulares. Uma parte importante da sua obras veio a ficar na revista alemã Meggendorfer Blätter (1888-1944), Munique, com a qual e em 1911, quando ali residia, assinou um contrato de exclusividade, mantendo ali a sua colaboração, embora regressasse a Portugal em 1918. Parte desse espolio, na ordem dos 500 desenhos, que se julgava perdido, foi apresentada na exposição A Obra Perdida de Emmerico Nunes, realizada no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, de 19 abr. 2013 a 7 jul. 2013, em Lisboa.