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Arquipelago de Origem:
Évora
Data da Peça:
1760-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
20130219
Autor:
Não identificado
Chegada ao Arquipélago:
2013-02-19 00:00:00
Proprietário da Peça:
São Francisco de Évora
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
Capela de Santo António da igreja do antigo convento de São Francisco, 1760 (c.), Évora, Portugal.

Categorias
  • Arquitectura religiosa
    • Capela
    • Igreja
  • Arte Sacra
    • Altar e frontal
    • Confessionários
    • Cruzes, banquetas e tocheiros
    • Grades
    • Imaginária
    • Retábulos, predelas e oratórios
  • Artes Decorativas
    • Talha
  • Escultura
    • Madeira
  • Fotografia / imagem
    • Costumes
    • Interiores
  • Personalidades
    • Escultores e entalhadores
    • Santos e mártires
    • Titulares e morgados
Descrição
Capela de Santo António da igreja de São Francisco de Évora.
Talha dourada, 1760 (c.)
Fotografia de 16 de Junho de 2008.
Largo de São Francisco ou do Mercado.
Évora, Portugal.

A igreja de São Francisco em Évora é de arquitetura gótico-manuelina, mas que aproveitou, pontualmente, alguns elementos da construção anterior. Reconstruída entre 1480 e 1510 pelos mestres de pedraria Martim Lourenço e Pero de Trilho e decorada pelos pintores régios Francisco Henriques, Jorge Afonso e Garcia Fernandes, está intimamente ligada aos acontecimentos históricos que marcaram o período de expansão marítima de Portugal. Isso fica patente nos símbolos da monumental nave de abóbada ogival: a cruz da Ordem de Cristo e os emblemas dos reis fundadores, D. João II e D. Manuel I. Restaurada na segunda metade do século XIX e, igualmente, nos meados do XX, apresenta alguns pormenores marcadamente neo-manuelinos, a que não serão estranhas as mãos de Cinatti e outros.
Cronologia:
1224 - fundação, segundo crónicas Ordem de São Francisco; 1250, 27 jul. - 1ª referência documental em que João Esteves e Maria Martins, sua esposa, doam aos frades terras na zona da Corredoura; 1250, set. - João Pelágio Cordura e sua esposa Mayor de Guimarães doam aos frades 1 lagar e 1 terra junto à Porta de Alconchel; 1265, 21 jul. - bula de Clemente IV dando licença aos frades para terem altares portáteis, poderem celebrar com as portas fechadas em época de interditos e isenção do pagamento da Quarta parte do que recebem em testamento, privilégio confirmado pelo Papa Benedito XI; séc. 14 - construção Claustro, sob responsabilidade do mestre João de Alcobaça, a expensas de D. Fernando Afonso de Morais; 1336, 5 jan. - casamento do Infante D. Pedro na igreja; 1345 - casamento da infanta D. Maria, filha de D. Pedro I na igreja; 1363, 30 maio - Rodrigo Ayres institui por testamento capela na igreja, deixando-lhe muitos bens e rendimentos; 1387, 15 maio - D. João I faz saber aos frades que ninguém pode pousar no convento à exceção do rei, rainha e infantes de Portugal; 1401 - Maria Anes Louzeira, sua mãe e Bartolomeu Gil, instituem 2 capelas na igreja; séc. 15 - D. Brites Soares, esposa de Diogo de Mendonça, institui 1 capela na igreja e faz testamento a favor dos frades, deixando-lhes várias propriedades; 1423, 10 abr. - D. João I manda que se cumpram todas as honras, privilégios e cartas concedidas aos frades pelos Papas; séc. 15 - instalação de D. Afonso V e sua corte no complexo conventual, sendo esta a génese do Paço Real; 1470, 4 jan. - bula de Alexandre IV, concede aos frades isenção pagamento da porção canónica relativa aos bens que lhes são deixados em testamento; séc. 15, déc. 70 - com o apoio de D. Afonso V, provável início reconstrução igreja conventual entretanto em ruína; 1481 - desde o reinado D. João II a Capela do Paço Real funciona na abside da igreja; 1490 - casamento do príncipe D. Afonso de Portugal na igreja; 1495 / 1508 - execução retábulo primevo da Capela-mor pelo pintor Francisco Henriques e entalhador Olivier de Gand, por encomenda de D. Manuel I, que incluiria 16 painéis figurando a Eucaristia, Santos Franciscanos, Cenas da vida da Virgem e Episódios da Paixão de Cristo; 1499 - Fundação Irmandade Misericórdia na Capela de São Joãozinho; 1502 - Alvará de recebedor das obras a Álvaro Velho; 1507 / 1524 - campanha obras manuelina sob alçada do mestre Martim Lourenço; 1508 - adorno dos altares colaterais por encomenda de D. Manuel; encomenda régia dos vitrais da Capela-mor a Francisco Henriques; 1509 - Avaliação da obra do retábulo grande da capela-mor, coro, cadeiras e outras obras de marcenaria; 1511 - Colocação das vidraças na capela-mor; 1513 / 1520 - construção do dormitório por Afonso Pires e Rodrigo Álvares; séc. 16 - construção, a N. do Claustro, de galeria coberta de acesso às tribunas reais da nave e do braço S. do transepto; 3º quartel - Irmandade da Misericórdia transfere-se para atual igreja; 1517, 17 jul. - Bula de Leão X em que a comunidade da Regra Claustral passa à Observância da Seráfica Província dos Algarves, e o convento a ser designado nas crónicas por Convento de Oiro, dedicando-se ao ensino da Teologia, Moral e Humanidades; 1524 / 1531 - Diogo de Arruda dirige campanha de obras; 1531 / 1547 - Francisco de Arruda substitui o irmão, Diogo de Arruda no cargo de mestre de obras da comarca do Alentejo, dos Paços reais de São Francisco e medidor das obras; 1535, c. - construção das tribunas existentes no alçado S. da Capela-mor atribuíveis a Nicolau Chanterene; 1536, 22 out. - leitura na igreja da instituição do Tribunal do Santo Ofício; 1540, c. - pinturas do Altar de Nossa Senhora da Conceição, na Capela-mor, atribuídas aos Mestres de Ferreirim, Cristóvão de Figueiredo e Garcia Fernandes; 1548 / 1556 - campanha obras de Diogo de Torralva nos Paços de São Francisco; 1575 - montagem do políptico da oficina eborense de Francisco João, representando a Paixão de Cristo, no braço S. do transepto, a fim de servir de culto à capela tumular de Francisco Borges de Figueiredo e esposa, D. Filipa de Andrade; 1588 - instituição Irmandade de Santo António pelo comissário provincial Frei António de Lisboa, possuindo altar privilegiado à entrada da Casa dos Ossos; 1616 - aquisição imagem de São Bento para entronizar a Capela Nossa Senhora do Amparo; séc. 17, inícios - execução teto e revestimento azulejar da Capela de Santo António; 1629 - execução de arca tumular dos presumíveis fundadores do convento, a mando de Manuel Rodrigues do Vale, síndico geral da Ordem 3ª, a qual é colocada na Sala do Capítulo; séc. 17 - construção do cadeiral dos frades na Capela-mor; instituição da Capela dos Ossos; 1690, c. - construção Altar Capela de Santa Luzia; 1708 - a arca dos presumíveis fundadores do convento é trasladada para a Capela dos Ossos; séc. 18, 1º quartel - revestimento azulejar da Sala da Ordem 3ª; 1725, c. - construção altar talha dourada Sala da Ordem 3ª; séc. 18, 2º quartel - edificação dependências Confraria da Ordem 3ª; reforma capela braço N. transepto, incluindo construção do atual retábulo e molduras de pintura e janelas, em talha dourada, e o revestimento azulejar, provavelmente da oficina lisboeta da família Oliveira Bernardes; séc. 18 - revestimento azulejar Capela Batismal; séc. 18, 1ª metade - ampliação dependências da Ordem 3ª junto ao alçado N. da igreja, absorvendo o volume exterior do braço N. do transepto e tendo comunicação exterior para o lado do Celeiro Comum e da Capela de São Joãozinho; 1750 - já inaugurada, pela Irmandade de Penitência da Ordem 3ª, a capela braço N. transepto; 1755 - ruína do campanário; 1755 / 1758 - restauro telhados e cobertura da cabeceira a expensas da comunidade, por 219612 réis; 1758 - termine reformulação altares colaterais Capela-mor; séc. 18, meados - construção retábulo Capela de Santo António; 1764 - aquisição do órgão por 67.800; séc. 18, 3º quartel - construção retábulo Capela de Nossa Senhora da Guia, sacrificando parte da cobertura manuelina da mesma; construção retábulo Capela de Santa Maria da Graça, obstruindo porta de acesso ao Claustro; construção retábulo Capela-mor, ordenada pelo cónego António de Landim Sande, implicando a desmontagem do altar manuelino; 1773 - sagração do novo retábulo da Capela-mor; 1776 - pintura teto Sala da Ordem 3ª; séc. 18, finais 3º quartel - readornamento tímpano do altar da Sala da Ordem 3ª; 1777 - execução portas do pórtico principal da igreja, durante o governo do guardião Fr. Pedro de Nossa Senhora Caiado; 1782 - a Capela-mor é descrita como tendo "duas sanefas das portas colaterais à mesma imitação com a talha toda doirada, tem mais todos os espaldares das cadeiras guisados doze quadros que enchem em si os mesmos com os santos e santas da ordem cujas molduras são todas doiradas"; na Capela-mor e nos altares da igreja são referidas várias imagens; referência ao Altar dos Terceiros; a "Casa dos Ossos" encontrava-se sob a responsabilidade do devoto António José, morador na R. dos Mercadores; no convento residem 45 religiosos; referidas várias obras: alargamento e cobertura em abóbada do corredor que vai para a Sacristia e Coro, e abertura de 3 janelas com vidros para iluminação do mesmo; estucamento Capela-mor com fingidos de pedra branca, azul no arco triunfal, mísulas e "pernas de aranha", amarela nas cimalhas e pilastras, com capitéis e pregos a dourado; douramento da moldura espaldares cadeiral, cadeiras do Coro e 2 sanefas das portas colaterais; restauro entalhamento dos espaldares, a que faltavam peças; conserto telhado da "casa dos foles" e mudança do "lavatório do lugar antigo para dentro da sacristia em a qual se alargarão as janelas pondo-lhe novas vidraças de vidros modernos"; conserto de algerozes e 2 vidraças na igreja, telhado enfermaria, de algumas celas e palheiro; sagração do "altar maior"; António de Landim Sande manda fazer e oferece à comunidade 2 cancelos de ferro, lavrados, para as portas colaterais das grades do cruzeiro da igreja; o oratório e a imagem padroeira da Capela de Santa Maria da Graça são doados pelo benfeitor José Ferreira, que os adquiriu em Lisboa por 256000 réis, sendo colocados no retábulo respetivo; 1783 - no convento residem 51 religiosos; douramento espaldares do Coro e de 1 tarja grande que se fez para a varanda do órgão; aprofundamento do nicho com a imagem da Senhora Mãe dos Homens, na capela do mesmo nome, abrindo-se para tal uma parede; na Capela de Nossa Senhora do Rosário, estucamento, com apainelados, e feitura do retábulo de alvenaria, todo targeado, fingindo pedras azuis, amarelas e vermelhas, com soco e 4 colunas; obras na Capela de São Diogo, fronteira à de Nossa Senhora do Rosário; conserto canos que vão da portaria para a fonte do Claustro, telhados do dormitório da enfermaria e casa da mesma, estucado do dormitório dos Pregadores, 4 foles do órgão, o qual levou 6 dias de trabalho custando 4.320 réis, incluindo o material, a saber, peliças, uma grade, pergaminho travessas e pregos; Landim Sande manda estofar de novo a imagem de São Jorge, adornando-a de 1 chapéu guarnecido de galões de ouro fino; o benfeitor José Ferreira, manda fazer 1 imagem nova da Senhora Mãe dos Homens, com c. de 9 palmos de altura, colocada na capela do mesmo nome e para a qual se fez um nicho novo, em talha dourada; colocação imagens de São Francisco e de São Domingos de Gusmão, adquiridas em Lisboa por 132.000 rs, nas mísulas laterais retábulo-mor; séc. 18, último quartel - execução retábulo Capela Sagrado Coração de Jesus, antiga Capela de São Jorge; 1808 - saque pelas tropas francesas, perdendo-se grande parte do espólio de ourivesaria, paramentaria e escultura; 1810 - execução pintura teto abobadado Capela dos Ossos; 1834 - extinção do convento e subsequente abandono; a imagem do Senhor Jesus dos Passos é transportada para a Sé; 1837 - a Ordem 3ª solicita, com êxito, que lhe sejam entregues as chaves da igreja, alegando possuir ali a sua capela e sala de reuniões e por querer encarregar-se da Capela dos Ossos e cuidar do culto do Senhor dos Passos, cuja imagem é novamente trazida para esta capela; a maqueta em madeira da capela-mor da Sé ( então na Igreja da Graça ) terá sido transportada para a igreja e mais tarde adaptada para este altar; 1838 - o edifício é posto à venda em hasta pública com exceção da igreja e espaços ligados ao culto, nomeadamente as dependências da Ordem 3ª, Capela do Senhor dos Passos e Capela dos Ossos; o Reino cede parte do imóvel à Câmara Municipal que instala no antigo refeitório manuelino o Tribunal Judicial da Comarca e transforma a Sala do Capítulo em sala de audiências; 1839 - obras de reparação na Casa do Capítulo ( então sala de audiências ) pelo Município; 1840 - com a reforma da divisão das freguesias de Évora, a sede paroquial da freguesia de São Pedro passa para a Igreja de São Francisco; 1859 - encontrando-se a igreja em muito mau estado, por iniciativa e empenho do pároco Rev. Teles, é criada 1 comissão destinada a salvar o imóvel da ruína e a recolher fundos e apoios para o seu restauro; 1860 - afinação e conserto do órgão pelo artista José Ricardo; 1860 / 1862 - resultante da atividade da Comissão, da qual Cinatti era consultor, decorre campanha de obras na igreja, sob a direção do arquiteto inglês John Bouvie Júnior: o campanário primitivo é substituído pela torre sineira atual; 1861 - o diretor geral das obras públicas visita a obra em curso; registam-se imperfeições várias no acabamento dos trabalhos e repasses na cobertura da igreja; 1862 - com donativos do Governo e o provento de nova coleta efetuada pela Comissão, inicia-se nova fase de trabalhos na igreja: pavimentação com ladrilhos, à exceção da Capela-mor que foi assoalhada, estucamento das paredes e restauro das imagens; execução tela Batismo de Cristo, pelo pintor João Maria Silveira, existente na Capela Batismal, autor também do restauro da maioria das imagens escultóricas; colocação atual altar Capela de São José, proveniente da Igreja da Graça, onde tinha substituído o primitivo, datado de 1650; estucamento Capela Santos Cosme e Damião, reproduzindo modelos de estilo rococó; 1865, 25 jun. - cedidas à Câmara de Évora as partes restantes da cerca do convento, bastante arruinadas, para fins de utilidade pública; a igreja é desafrontada de construções várias para se abrir uma praça; 1870 - demolição estrutura que marcava o términus do Aqueduto da Água de Prata, erigido diante da fachada da igreja; persistem alguns dos vitrais executados por Francisco Henriques; 1874 - Caetano Almeida Câmara Manoel, 1º eng. distrital, encarregue de fazer projeto para a construção de 1 edifício para o tribunal judicial da comarca de Évora, nos terrenos do extinto convento, onde se encontravam construções a este pertencentes; 1880, 16 dez. - colocação gradeamento férreo diante fachada igreja e do atual mercado; 1884 - elaboração relatório inspeção ao estado conservação do templo pelo eng. Adriano Augusto da Silva Monteiro, chefe 1ª Secção da Direção das Obras Públicas, distrito de Évora; 1892 - Governo autoriza Município a vender as partes restantes do espaço da cerca, incluindo as construções; a S. da igreja, é deixada uma larga faixa de terreno para construção estruturas indispensáveis à estabilidade do templo, alojamentos para serviços da paróquia e para abertura de 1 rua; 1893 - Câmara Municipal delibera venda, em hasta pública, por 401000réis, de parte das construções conventuais, em avançado estado de ruína, ao Dr. Francisco Fragoso de Barahona, na condição deste reconstruir o exterior da Capela Ossos, os suportes de alvenaria e cantaria da igreja e edificações contíguas, de modo a garantir a sua estabilidade e conservação; 1894 - agravamento das fendas na fachada da igreja e da ruína do Claustro; Francisco Barahona propõe compra e restauro das ruínas conventuais; reparação zona Sacristia, para suporte Torre Sineira que havia provocado fendas na estrutura e esmagamento colunelo de 1 das janelas do coro; o mesmo manifesta desejo em restaurar o Claustro, o que não vem a acontecer; 1895 - após assinatura da escritura de compra, Francisco Barahona patrocina empreitada para o restauro da igreja, levada a cabo pelos mestres Olímpio de Mira Coelho e José Maria da Costa; demolição construções conventuais subsistentes, à exceção de parte do Claustro, Sala do Capítulo, Capela dos Ossos e alguns anexos e construção do casario hoje existente nas ruas da República, 24 Julho e Lg. 1º de Maio; remodelação Sacristia; arranjo Capela do Senhor dos Passos na Casa do Capítulo e reforço apoios torre sineira; séc. 19 - montagem do atual Altar da Capela de São Bento; séc. 19, finais - estucamento Capela dos Santos Mártires de Marrocos; colocação retábulo do Calvário no braço S. do transepto, proveniente da Igreja da Graça; Séc. 19, finais / Séc. 20, inícios - apeamento de algumas arcarias do Claustro, então arruinado, as quais são levadas para o Museu Regional; 1912 - colocação do atual altar da Capela dos Ossos, proveniente do Convento do Paraíso, por iniciativa do Pároco António Jacinto da Cunha; 1937 - início restauro DGEMN dirigido por Humberto Reis e F. Vaz Martins; 1960, década de - restauro DGEMN: reintegração arcarias claustro; 1969 - danos provocados pelo sismo; 1978 - sobre porta acesso ao claustro a partir do braço S. do transepto existia tábua quinhentista, representando Nossa Senhora velando o menino; as pinturas do retábulo da capela-mor encontram-se dispersas pelos Museus de Arte Antiga, em Lisboa, Regional de Évora e Casa dos Patudos, em Alpiarça; as imagens de São Pedro e de Santo André Avelino, encontrava-se em represas laterais do mesmo; 1995 - ruína parte superior altar-mor e consequente aumento índice de infiltrações águas pluviais; 1996 - derrocada Estalagem Cavalo, frente alçado E. capela-mor, provocando substancial alteração condições de equilíbrio e ambientais da igreja; 1997 / 1998 - devido a fortes chuvadas, reveladas pinturas murais, encobertas por várias camadas de cal, em anexo alçado N. igreja; 1998 - elaboração relatório do LNEC para a DGEMN sobre as anomalias verificadas na Igreja; 2003 - queda vitral fachada principal; Novembro - elaboração da Carta de Risco da abóbada pela DGEMN; 2004, 19 abr. - abertura concurso pela DGEMN - DREMS obras de conservação de coberturas. (elementos MNs Manuel Branco 1993 / Rosário Gordalina 1997 / Ana Pagará e Rosário Gordalina 2002)