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Arquipelago de Origem:
Portugal
Data da Peça:
1966-00-00
Data de Publicação:
09/09/2021
Autor:
António Aragão e Herberto Helder
Chegada ao Arquipélago:
2021-09-09
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
Caixa dos Cadernos de Hoje, Poesia Experimental 2, Lisboa, edição de António Aragão, 1966, Portugal.

Categorias
    Descrição
    Poesia Experimental 2.
    Caixa do caderno antológico número 2, organização de António Aragão e Herberto Helder.
    Cadernos de Hoje, capa de Ilídio Ribeiro.
    Lisboa, edição de António Aragão, 1966, Portugal

    Inclui separata “Mirakaum”, em 5 episódios, de António Aragão (1921-2008), 1965.
    António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (São Vicente, ilha da Madeira, 22 set. 1921; Funchal, 11 ago. 2008). Filho de Henrique Agostinho Aragão Mendes Correia e de Maria José de Sousa, frequentou o Liceu Jaime Moniz, a Escola Superior de Belas Artes e licenciou-se em Ciências Históricas-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo, em 1960, estagiado em Paris e Roma, onde frequentou ateliers de restauro. Em 1946, António Aragão ganhara o 2º prémio dos Jogos Florais da Madeira com o poema: "Presentemente", tendo depois integrado com outros autores o grupo português de poesia experimental, a partir da década de 60 e, desde muito novo, se dedicou também à pintura. Desde 1972 e até à década de 80 foi diretor do Arquivo Regional da Madeira, anteriormente designado Arquivo Distrital do Funchal, fazendo também parte da comissão diretiva do Museu da Quinta das Cruzes e sido professor da cadeira de História da Arte na Academia de Música e Belas-Artes da Madeira, mas o que deve ter sido pontual. Deixou interessante obra pública escultórica na Madeira e no Porto Santo, ilustrou a obra Canhenhos da Ilha, de Horácio Bento Gouveia (1901-1983), 1966 e deixou ainda obra historiográfica, com especial referência para o Funchal.