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Arquipelago de Origem:
Lisboa (cidade)
Data da Peça:
1741-00-00
Data de Publicação:
08/09/2021
Autor:
Diogo Barbosa Machado
Chegada ao Arquipélago:
2021-09-08
Proprietário da Peça:
Universidade de Toronto, Canadá
Proprietário da Imagem:
Universidade de Toronto, Canadá
Autor da Imagem:
Universidade de Toronto, Canadá
Biblioteca Lusitana histórica, critica e cronológica, Diogo Barbosa Machado, Lisboa Ocidental, António Isidoro da Fonseca, 1741-1759, Portugal

Categorias
    Descrição
    Diogo Barbosa Machado (1682-1772), Bibliotheca Lusitana historica, critica e cronologica na qual se comprehende a noticia dos Authores Portuguezes, e das Obras, que compuserão desde o tempo da promulgação da Ley da Graça até o tempo prezente.
    Offerecida à Augusta Magestade de D. João V Nosso Senhor
    por Diogo Barbosa Machado.
    Lisboa Occidental: António Isidoro da Fonseca, 1741-1759, Portugal.
    Exemplar que pertenceu à Livraria do Colégio de Santa Rita dos Agostinhos Descalços de Coimbra e hoje na biblioteca da Universidade de Toronto, Canadá.

    Diogo Barbosa Machado (1682-1772), nascido em Lisboa em 1682, era o segundo de três filhos de um capitão militar, que ascenderam depois socialmente através das letras. Iniciou os estudos de direito canônico em Coimbra, mas logo retornou à capital, recebendo ordens de presbítero em 1724, como oratoriano. Em 1720, tornou-se um dos 50 membros fundadores da Academia Real da História, criada por D. João V (1707-1750) para engrandecer a história de Portugal e suas possessões ultramarinas. Em 1728 foi nomeado abade de Santo Adrião de Sever, como seria conhecido. O trabalho mais conhecido desse acadêmico real é a Bibliotheca Lusitana, um dicionário dos autores da história de Portugal que reúne, em ordem alfabética, mais de cinco mil nomes apresentados por suas biografias e obras, em um vasto período que vai desde o nascimento de Cristo, até meados do século XVIII. Os quatro volumes publicados entre 1747 e 1759 são até hoje um valioso instrumento de consulta para os pesquisadores. Em 1770, o abade de Sever decidiu doar sua vasta biblioteca, reunida ao longo de muitos anos, à Real Biblioteca de D. José I (1750-1777). O guarda Francisco Perdigão catalogou a entrada das obras, como atestam documentos guardados no acervo de manuscritos, onde está também o catálogo feito pelo próprio colecionador, no qual ele descreve os grandes conjuntos de livros e extratos de documentos que compunham sua biblioteca original.