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Arquipelago de Origem:
Paris
Data da Peça:
1900-00-00
Data de Publicação:
18/09/2025
Autor:
Não identificado
Chegada ao Arquipélago:
2025-09-18
Proprietário da Peça:
BNF
Proprietário da Imagem:
BNF
Autor da Imagem:
BNF
Bartolomeu Perestrelo, Paris (atr.), 1900, Biblioteca Nacional de França

Categorias
    Descrição
    Bartolomeu Perestrelo 
    (1871-c. 1930)
    Portrait carte de visite
    .
    Álbum da secção portuguesa da Exposition Universelle Internationale (Paris, 1900).
    Entre os pintores expostos, Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929), do qual o Museu d'Orsay possui hoje uma natureza morta, recebe uma medalha de ouro pela sua "Soirée chez lui", tela realista pintada em Paris, representando um grupo de melómanos num salão burguês. Mas a exposição termina com uma catástrofe: quase todos as obras apresentadas então reunidas no mesmo navio, o Saint-André, que naufragou no caminho de volta, perdendo-se, entre elas, um retrato de Eça de Queiroz, por Columbano, afundaram-se assim ao largo de Sagres.
    Biblioteca Nacional de França (), Paris, França.

    Bartolomeu Perestrelo (Santa Isabel a 12-2-1871 em Lisboa; ). Era 7° filho do José Francisco Perestrelo de Vasconcelos moço fidalgo com alvará de 25-1-1827 ajudante de campo de Dom Miguel nascido na Pena em Lisboa a 15-12-1815. Casado em Cádiz em 1845 com uma senhora de apelido Santi. Foi casado com uma descendente do marquês de Belas, Maria Francisca Castelo-Branco (Belas, 1869; Lisboa, 1934), casados em Paris, em 1918.
    A família Perestrelo a varonia é no morgado do Hespanhol no Continente, mas como o irmão mais novo Bartolomeu Perestrelo foi o 1° capitão donatário de Porto Santo e já depois de morto foi sogro de Cristobal Colombo, o ramo de Lisboa apropriou se do nome Bartolomeu . O ramo do Continente não teve relevância como os madeirenses daí optarem por esse nome daquele que foi 1° capitão donatário, depois o 4° capitão donatário também Bartolomeu e criador da Lenda Negra por matar a mulher Aldonça Delgado da Câmara para casar com a prima Solanda Teixeira neta do Tristão, vindo essa descendência vir até ao meu avô materno José Augusto Mendonça e Vasconcellos pelo lado Espinosa Martel e cujas terras em Machico pertenceram aos meus antepassados até 1913 . Aliás ainda hoje há o Lombo do Martel em Machico, mas essas terras vinham da Lenda Negra da Solanda Teixeira e da irmã  solteira desta Luísa de Vasconcelos, pois o dr João Joaquim Espinosa Martel casou em 1774 com a Ana Rita Martins Perestrelo da Câmara sobrinha e afilhada do capitão mor Laurentino Martins Perestrelo Bisforte de Albuquerque casado sem geração e cuja disputa judicial aos morgadios e terras demorou 30 anos o que demonstra a nossa tradição judicial em termos de tempo e que ainda hoje se mantém (Texto António Vasconcelos Martins, 2025).