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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
1942-00-00
Data de Publicação:
25/05/2026
Autor:
Alfredo Miguéis
Chegada ao Arquipélago:
2026-05-25
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal do Funchal
Proprietário da Imagem:
Rui Marote
Autor da Imagem:
Rui Marote
Banco da Avenida do Mar com azulejos e nau São Lourenço, Alfredo Miguéis, cartão de 1942 (c.), execução de 1944 (c.), Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    Antigo banco da Avenida do Mar com azulejos e nau São Lourenço
    Cartão de A. Miguéis azulejos da Fábrica Constança.
    Alfredo Miguéis (1883-1943), cartão de 1942 (c.), execução dos azulejos de 1944 (c.)
    Fotografia de Rui Marote, 2013.
    Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.

    Bancos que deram origem à exposição D'Uma Estampa Antiga. Desenhos de Alfredo Miguéis para a Avenida do Mar, com curadoria de Martinho Mendes, realizada no Museu de Arte Sacra do Funchal, entre 26.06 a 21.08. 2021 e cujo material foi depois editado como Os bancos da Avenida do Mar- azulejos de boa memória, apresentado na Casa-Museu Frederico de Freitas, a 21 de dezembro de 2023.
    Alfredo Vital Miguéis (Funchal, 23 abr. 1883; idem, 10 jun. 1943). Filho de Joaquim Francisco Miguéis e de Elisa Sara Aguiar Miguéis, frequentou a Escola Industrial do Funchal, matriculando-se na Academia Real de Belas-Artes, onde completou o curso de Pintura Histórica em 1911, tendo sido discípulo de Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929). Em 1911 participou com alguns óleos numa exposição na Sociedade Nacional de Belas Artes, satirizados por Francisco Valença (1882-1962), com texto de Carlos Simões, em A Sátira, revista humorística de caricaturas, ano 1, nº 4, Lisboa, 1 de junho de 1911. No ano seguinte, 1912, no entanto, recebeu o prémio do legado Visconde de Valmor, para pensionista no estrangeiro, seguindo para Madrid e Paris, vindo a participar entre muitas outras, na célebre Exposição dos Modernistas de Lisboa de 1923. Professor da Escola Industrial do Funchal, era na altura do seu falecimento vogal da vereação camarária e tendo deixado o corpo principal da sua obra à Câmara do Funchal, que veio depois a perder-se quase totalmente num incêndio em jan. 1947 na área da torre do palácio de São Pedro.