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Arquipelago de Origem:
Norte de Portugal
Data da Peça:
2015-00-00
Data de Publicação:
05/07/2021
Autor:
Não identificado
Chegada ao Arquipélago:
2021-07-05
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Não identificado
Autor da Imagem:
Privado
Artur do Cruzeiro Seixas, Vila Nova de Famalicão, 2015, Portugal

Categorias
    Descrição
    Cruzeiro Seixas.
    Artur do Cruzeiro Seixas (1920-2020),
    Fotografia de 2015 (c.)
    Vila Nova de Famalicão, Portugal

    Mestre Cruzeiro Seixas, Artur Manuel Rodrigues do Cruzeiro Seixas (Amadora, 3 dez. 1920; Lisboa, 8 nov. 2020) Frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio, onde conheceu Mário Cesariny (1923-2006) e com quem frequentou o Grupo Surrealista de Lisboa. Mais tarde, adere ao antigrupo (dissidente) "Os Surrealistas", fundado por Cesariny e a que pertenciam também António Maria Lisboa (1923-1953), Henrique Risques Pereira (1923-2003), Pedro Oom (1926-1974), Fernando José Francisco (1922-2008) e Mário Henrique Leiria (1923-1980), coletivo de artistas daquela corrente que realizou uma exposição em 1949. Em 1950 parte para África, na marinha mercante, tendo viajado para a Ásia e a Índia, fixando-se em Angola em 1952, onde no ano seguinte expõe individualmente pela primeira vez em Luanda e onde se iniciou a sua produção poética. Regressando a Portugal em 1964, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e fez várias exposições ao longo dos anos, a par do trabalho como programador de diversas galerias. Veio a doar à Fundação Cupertino de Miranda de Famalicão a sua coleção de arte africana e parte da sua obra como artista plástico. Fixou-se no Algarve e, posteriormente, em Lisboa, residindo na Rua da Rosa e mantendo sempre atividade militante dentro da poesia, da pintura e dos ideais surrealistas, inclusivamente, doando a sua obra poética à Biblioteca Nacional de Portugal. Em 2009, já retirado em Famalicão, foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago de Espada. A 19 de outubro de 2018, entre outras homenagens, foi inaugurada a exposição Colecionar a Inquietação: o núcleo surrealista da coleção M.M.G., Miguel Mesquita Guimarães, no Centro Português do Surrealismo, com a presença de Artur Cruzeiro Seixas.