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Arquipelago de Origem:
São Roque (Funchal)
Data da Peça:
2022-02-22
Data de Publicação:
08/05/2022
Autor:
Associação Académica da Universidade da Madeira
Chegada ao Arquipélago:
2022-05-08
Proprietário da Peça:
Auditório da Biblioteca da Madeira
Proprietário da Imagem:
Virgílio Gomes
Autor da Imagem:
Virgílio Gomes
Apresentação do livro  António Aragão, Vida e Obra (1921-2008) de Rui Carita, 22 de fevereiro de 2022, Auditório do Arquivo e Biblioteca da Madeira, Funchal, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Apresentação do livro  António Aragão, Vida e Obra (1921-2008) de Rui Carita,
    Feita pelo professor doutor Carlos Valente da Universidade da Madeira.
    ISBN: 978-989-9062-12-2
    Depósto legal: 492250/21
    Imprensa Académica, dezembro de 2021.
    Com Carlos Valente, Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo e Cultura, Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional, Rui Carita e Alex Faria, presidente da Associação Académica, usando da palavra.
    Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 22 de fevereiro de 2022.
    Auditório do Arquivo e Biblioteca da Madeira, Funchal, ilha da Madeira.

    António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (São Vicente, ilha da Madeira, 22 set. 1921; Funchal, 11 ago. 2008). Filho de Henrique Agostinho Aragão Mendes Correia e de Maria José de Sousa, frequentou o Liceu Jaime Moniz, a Escola Superior de Belas Artes e licenciou-se em Ciências Históricas-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo, em 1960, estagiado em Paris e Roma, onde frequentou ateliers de restauro. Em 1946, António Aragão ganhara o 2º prémio dos Jogos Florais da Madeira com o poema: "Presentemente", tendo depois integrado com outros autores o grupo português de poesia experimental, a partir da década de 60 e, desde muito novo, se dedicou também à pintura, atividade que manteve até à década de 90 com a série Recordação dos Monstros / Monsters Memory. Desde 1972 e até à década de 80 foi diretor do Arquivo Regional da Madeira, anteriormente designado Arquivo Distrital do Funchal, fazendo também parte da comissão diretiva do Museu da Quinta das Cruzes e sido professor da cadeira de História da Arte na Academia de Música e Belas-Artes da Madeira, mas o que deve ter sido pontual. Deixou interessante obra pública escultórica na Madeira e no Porto Santo, ilustrou a obra Canhenhos da Ilha, de Horácio Bento Gouveia (1901-1983), 1966 e deixou ainda obra historiográfica, com especial referência para o Funchal.