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Arquipelago de Origem:
Lisboa (cidade)
Data da Peça:
1926-00-00
Data de Publicação:
21/05/2020
Autor:
Francisco Valença
Chegada ao Arquipélago:
2020-05-21
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
Alegoria a Afonso de Ornelas na Paineleida, tragi-comédia, Alfredo França, Lisboa, 1926, Portugal

Categorias
    Descrição
    Alegoria a Afonso de Ornelas na Paineleida, tragi-comédia.
    Coronel Affonso D’Ornellas (1880-1944)
    Texto ao gosto dos autos medievais de Alfredo França e ilustrações de Francisco Valença (1882-1962) e outras, de Alfredo Cândido (1879-1960), Lisboa, Livraria A Peninsular limitada, Rua da Vitória, 56, 1926, Portugal

    O coronel Afonso de Ornelas Cisneiros ou Afonso de Dornelas Cisneiros (Lisboa, 29 de março de 1880 – 9 de fevereiro de 1944), também assinando Affonso de Ornellas Cysneiros ou Affonso de Dornellas Cysneiros, ou simplesmente Afonso de Ornelas, Afonso de Dornelas, Affonso de Ornellas ou Affonso de Dornellas, foi um investigador, escritor, arqueólogo e heraldista português. Filho de João Carlos de Ornelas Cisneiros, de Dornelas Cisneiros, de Ornellas Cysneiros ou de Dornellas Cysneiros, nascido em Lisboa, Conceição Nova, a 6 de março de 1851, Agrónomo, Engenheiro, etc, e de sua mulher, Emília Augusta Teixeira de Lucena Beltrão, nascida em Leiria, a 2 de abril de 1853, casados em Lisboa a 10 de junho de 1877. Erudito investigador e distinto escritor, Afonso de Ornelas iniciou a carreira militar em 1897, participando na expedição a Moçambique dois anos depois. Em 1909 passou a prestar relevantes serviços à Cruz Vermelha Portuguesa. Coronel equiparado desde 10 de fevereiro de 1935. Colaborou em diversas publicações periódicas, nomeadamente: Revista de História (1912-1928), Contemporânea (1915-1926), Anais das bibliotecas, arquivo e museus municipais (1931-1936), Diário de Lisboa: edição mensal (1933) e outros.
    Francisco Valença (Lisboa, 2 de dezembro de 1882; idem, 17 de janeiro de 1962). Desenhador técnico do Museu Nacional Etnográfico, desenvolveu, paralelamente, carreira como ilustrador e caricaturista, fundando, inclusivamente, periódicos nessa área. Iniciou a sua carreira como diretor da revista O Chinelo, ao lado do humorista André Brun (1881-1926) e do autor Carlos Simões, onde publicou os seus primeiros trabalhos, autor com que continuou a trabalhar em A Sátira. Fundou ainda O Salão Cómico, em 1902, Varões Assinalados, em 1909, e O Moscardo, em 1910. Como cartoonista, participou em várias publicações, destacando-se A Comédia Portuguesa, O Gafanhoto, Ilustração Portuguesa, Diário de Notícias Ilustrado, O Comércio do Porto Ilustrado - para o qual criou a personagem Tobias Mata-Borrão - e Sempre Fixe, uma colaboração que durou mais de 30 anos. Recebeu a 1.ª Medalha de Caricatura na Exposição da Sociedade Nacional de Belas-Artes de 1909 e o Grande Prémio da Exposição Internacional do Rio de Janeiro, em 1921, com o trabalho do álbum de litografias soltas Varões Assinalados, editado entre 1909 e 1912.