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Arquipelago de Origem:
Santa Maria Maior (Funchal)
Data da Peça:
1863-00-00
Data de Publicação:
11/11/2020
Autor:
António Pedro de Azevedo
Chegada ao Arquipélago:
2020-11-11
Proprietário da Peça:
ABM/ARM
Proprietário da Imagem:
Rui Carita
Autor da Imagem:
Rui Carita
Alçado e planta da Fortaleza de Santiago, António Pedro de Azevedo, 1863, Funchal, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição

    Planta da Fortaleza de S. Thiago [no Funchal] em 1863
    Tela aguarelada no verso, 36 x 32 cm.
    António Pedro de Azevedo (1812-1889), tenente-coronel, 1863.
    Arquivo Regional da Madeira, arquivos particulares, doutor Rui Carita, Funchal, ilha da Madeira.
    Outra versão, com a indicação A. P. d'Azevedo T. Cor.el do E. M. d'Eng.os, encontra-se na Direção do Serviço de Infraestruturas do Exército, Direção do Serviço de Engenharia, GEAEM (10228-1A-12A-16), Lisboa, Portugal.


    Cronologia:
    1523
    , 6 Março - resposta de D. João III a um pedido da Câmara do Funchal para se fortificarem os arrifes de Santa Catarina e do Corpo Santo; 1611 - reativação das obras nos muros das muralhas do Funchal no Cabo do Calhau com o mestre das obras reais Jerónimo Jorge e filhos e início das fundações de uma fortaleza para encerrar aquela defesa; 1612 - pedido de nomeação do capitão Domingos Rodrigues para a nova fortaleza, sinal de se encontrar quase pronta; 1614 - data do primitivo portão da fortaleza; 1620 - residência na fortaleza do capitão Paulo Pereira da Silva; 1623 - final da primitiva construção; 1642, Novembro - construção de uma guarita e da "casa dos artilheiros"; 1654 - representação da fortaleza na planta do engenheiro Bartolomeu João que dirigira as obras por morte do pai a partir de 1618; 1767 - reconstrução de Santiago sob ordens do governador José Correia de Sá e o engenheiro Francisco Tossi Columbina (?), conforme lápide na nova porta: Esta fortaleza foi novamente acrescentada sendo governador e capitão general desta Ilha José Correia de Sá e para a mesma fortaleza mandou vir de Londres cinquenta peças de artilharia com todos os seus reparos no ano de 1767; 1801, Julho a Agosto - ocupação das forças inglesas; 1803 / 1804 - alojamento no forte dos desalojados do aluvião de 9 de Outubro; c. 1820 - construção da "casa do comandante" fora de muralhas e construção da parada N.; 1824, Setembro - projeto de construção de um molhe em Santiago pelo brigadeiro Francisco António Raposo e tenente coronel Paulo Dias de Almeida; 1828 - utilização da fortaleza como prisão dos constitucionais; 1840 - utilização como quartel de instrução de artilharia de 2ª linha; 1863 - ampliação da "casa do comando" e construção da parada O. e da "casa da guarda"; 1877, Maio - reorganização das forças de artilharia com comando em Santiago; 1901, 24 Jun. - receção oferecida ao rei D. Carlos com montagem de uma enorme tenda na bateria média na então Companhia nº 3 de Artilharia de Guarnição; 1911 - criação do Grupo de Artilharia de Montanha com sede em Santiago; 1922 - criação do Grupo de Defesa Móvel com sede em Santiago; 1930 - construção das instalações de oficiais e sargentos na bateria baixa O., frente ao mar e de um coberto sobre o caminho da guarda; 1940, 26 setembro - publicação de Decreto nº 30 762, no DG, 1.ª série, n.º 225, determinando a classificação do Forte de Santiago como Imóvel de Interesse Público; 01 novembro - publicação do Decreto nº 30 838, DG, 1.ª série, n.º 254, suspendendo o decreto n.º 30 762, de 26 de setembro do mesmo ano, relativamente à classificação de imóveis de propriedade particular; 1945 - criação do Grupo de Artilharia contra Aeronaves com sede em Santiago; 1947 - saída do comando contra aeronaves para São Martinho; 1970 - criação do Grupo de artilharia de Guarnição nº 2 com sede em São Martinho e com uma secção de salvas em Santiago; 1970 - desativação da bateria de salvas permanente do GAG 2; 1974 - instalação da Liga dos Combatentes; 1975 - instalação do Esquadrão de Lanceiros do Funchal; 1992, Maio - saída da forças do Esquadrão de Lanceiros do Funchal para São Martinho (Comando-Chefe) e entrega do forte ao Governo Regional; 17 julho - assinatura do protocolo de entrega, perante o 1º Ministro, Dr. Aníbal Cavaco Silva, assinado pelo Ministro da Defesa e Presidente do Governo Regional da Madeira.