Image
Arquipelago de Origem:
Lisboa (cidade)
Data da Peça:
1923-00-00
Data de Publicação:
04/11/2021
Autor:
António Correia Caldeira Coelho
Chegada ao Arquipélago:
2021-11-04
Proprietário da Peça:
Biblioteca Municipal de Ponte de Lima
Proprietário da Imagem:
Biblioteca Municipal de Ponte de Lima
Autor da Imagem:
Biblioteca Municipal de Ponte de Lima
A Protecção Legal aos Monumentos Nacionais, António Correia Caldeira Coelho, Lisboa, Tipografia do Comércio, 1923, Portugal

Categorias
    Descrição
    António Correia Caldeira Coelho, Advogado, A Protecção Legal aos Monumentos Nacionaes,
    Conferência pronunciada na Sessão Solene da Associação dos Advogados de Lisboa em 20 de novembro de 1922 e repetida na Associação dos Arqueólogos Portugueses
    (Bases para um projeto de lei), 
    Lisboa, Tipografia do Comércio, 1923
    (1888-1979).
    Antiga coleção particular de Alfredo Pimenta, Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, Portugal

    António Correia Caldeira Coelho (1888-1979), de seu nome completo, António Deslandes Correia Caldeira Coelho, nasceu em Lisboa no seio da média burguesia alta, a 22 dez. 1888. Seria, depois, advogado, magistrado judicial e diplomata, tal como, pontualmente, governador civil do Funchal, mas em cuja função, na complexa consolidação e progressiva centralização do Estado Novo, embora num aparente quadro de boa aceitação local e, inclusivamente, com largos elogios ao seu desempenho, não se conseguiria manter um ano completo. O futuro governador do Funchal tinha visitado a Madeira em 1913, na direção da Tuna Académica de Coimbra, tendo uma série de amigos dentro dos quadros do Estado Novo, tendo sido nomeado a 20 dez. 1933 e tomado posse a 15 jan. seguinte. Nessa altura, definiu logo como uma das principais metas do seu trabalho o levantamento da escultura de Zarco, pronta desde 1928, que seria inaugurada a 28 maio 1934. Conseguiria, em ago., a visita à Madeira do Ministro do Comércio, mas os principais problemas entre o Funchal e Lisboa, como os equipamentos gerais para o Turismo e outros, foram sendo sucessivamente adiados, pelo que, a 19 nov., pedia a demissão, regressando a Lisboa a 23 do mesmo mês, cidade onde viria a falecer, a 19 set. 1979.