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Arquipelago de Origem:
Funchal
Data da Peça:
1933-01-01
Data de Publicação:
09/09/2026
Autor:
João Cabral do Nascimento
Chegada ao Arquipélago:
2026-09-09
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
DR
Autor da Imagem:
DR
Além Mar, Nova edição refundida, João Cabral do Nascimento, Funchal, Diário de Notícias, 1 de janeiro de 1933, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    João Cabral do Nascimento (1897-1978), Além Mar (1917), Nova edição refundida,  Funchal, Diário de Notícias, 1 de janeiro de 1933, ilha da Madeira

    Além-Mar. Poemeto Épico que Fez Joam Cabral do Nascimento para Narrar a História Tormentosa das Caravelas que Aportaram à Ilha da Senhor Infante na Madrugada do século XV (1917);
    Na reedição de 1933" (...) O seu poemeto Além-Mar é a entrada do poeta nas formas tradicionais e na aspiração secular da sua raça. Festeja a história tormentosa das caravelas que aportam à Ilha do Senhor Infante na madrugada do século XV. Faço aqui bem sinceramente a profecia sôbre a glória que o futuro reserva ao moço poeta e recorto para as colunas do nosso jornal uma oitava do seu poemeto.” — Texto preliminar assinado por António Sardinha.

    João Cabral do Nascimento (Funchal, 22 mar. 1897; Lisboa, 2 mar. 1978). Filho de João Crawford do Nascimento e de D. Palmira Alice de Meneses Cabral, foi poeta, colaborador de importantes jornais e revistas da sua época, investigador da história dos princípios do povoamento das ilhas da Madeira e dos Açores, tal como também professor. Frequentou a Faculdade de Direito de Lisboa e de Coimbra (1915; 1922) e ainda estudante, foi um dos fundadores da revista Ícaro (1919-1920) e redator no jornal Restauração (1922), ligado ao movimento integralista de António Sardinha (1888-1925). Em 1923, já no Funchal, onde se casara com Maria Franco (1908-1975), sobrinha de Henrique (1883-1961) e Francisco Franco (1885-1955), lecionou na Escola Industrial e Comercial e, em 1931, dirigiu a revista Arquivo Histórico da Madeira e assumiu a montagem do Arquivo Distrital do Funchal, de cuja revista foi diretor até 1954. Em 1937, entretanto, tinha fixado residência em Lisboa e ensinou nas escolas Ferreira Borges e Veiga Beirão até se aposentar, em 1958. Muitas vezes sob o pseudónimo Mário Gonçalves, e outros traduziu para português vários nomes importantes da literatura inglesa, norte-americana e francesa.