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Arquipelago de Origem:
Santa Maria Maior (Funchal)
Data da Peça:
1767-00-00
Data de Publicação:
05/06/2026
Autor:
Francisco Tosi Columbina (atr.)
Chegada ao Arquipélago:
2026-06-05
Proprietário da Peça:
GR, Museu de Arqueologia da Madeira
Proprietário da Imagem:
Rui Marote
Autor da Imagem:
Rui Marote
Cunhal da demolida guarita da parada baixa da fortaleza de Santiago, 1767 (c.) e 1824, Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    Cunhal da demolida guarita da parada baixa da fortaleza de Santiago .
    Ampliação da campanha de obras de Francisco Tosi Columbina (Génova, 1701-Índia, c. 1770), 1767 (c.) e seguintes
    Demolição da guarita com a montagem da posição para peça de longo alcance de Paulo Dias de Almeida (c. 1778-1832), 1824.
    Fortaleza de São Tiago, Funchal, fotografia de Rui Marote, 2021.
    Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira.

    Cronologia:
    1523, 6 mar. - resposta de D. João III (1502-1557) a um pedido da Câmara do Funchal para se fortificarem os arrifes de Santa Catarina e do Corpo Santo; 1611 - reativação das obras nos muros das muralhas do Funchal no Cabo do Calhau com o mestre das obras reais Jerónimo Jorge (c. 1560-1618) e filhos e início das fundações de uma fortaleza para encerrar aquela defesa; 1612 - pedido de nomeação do capitão Domingos Rodrigues para a nova fortaleza, sinal de se encontrar quase pronta; 1614 - data do primitivo portão da fortaleza; 1620 - residência na fortaleza do capitão Paulo Pereira da Silva; 1623 - final da primitiva construção; 1642, nov. - construção de uma guarita e da "casa dos artilheiros"; 1645 - representação da fortaleza na planta do engenheiro Bartolomeu João (c. 1590-1658) que dirigira as obras por morte do pai a partir de 1618; 1767 - reconstrução de Santiago sob ordens do governador José Correia de Sá e o engenheiro Francisco Tosi Columbina (1701-c. 1770) (atr.), conforme lápide na nova porta: Esta fortaleza foi novamente acrescentada sendo governador e capitão general desta Ilha José Correia de Sá e para a mesma fortaleza mandou vir de Londres cinquenta peças de artilharia com todos os seus reparos no ano de 1767; 1801, jul. a ago. - ocupação das forças inglesas; 1803 / 1804 - alojamento no forte dos desalojados do aluvião de 9 de Outubro; c. 1820 - construção da "casa do comandante" fora de muralhas e construção da parada N.; 1824, set. - projeto de construção de um molhe em Santiago pelo brigadeiro Francisco António Raposo (c. 1750-c. 1830) e tenente coronel Paulo Dias de Almeida (c. 1778-1832); 1828 - utilização da fortaleza como prisão dos constitucionais; 1840   - utilização como quartel de instrução de artilharia de 2ª linha; 1841 - planta no levantamento do então capitão de Engenheiros António Pedro de Azevedo (1812-1889); 1850 a 1863 - ampliação da "casa do comando" e construção da parada O. e da "casa da guarda", obras dirigidas pelo então major António Pedro de Azevedo; 1877, maio - reorganização das forças de artilharia com comando em Santiago; 1901, 24 jun. - receção oferecida ao rei D. Carlos (1863-1908) com montagem de uma enorme tenda na bateria média na então Companhia nº 3 de Artilharia de Guarnição; 1911 - criação do Grupo de Artilharia de Montanha com sede em Santiago; 1922 - criação do Grupo de Defesa Móvel com sede em Santiago; 1930 - construção das instalações de oficiais e sargentos na bateria baixa O., frente ao mar e de um coberto sobre o caminho da guarda; 1940, 26 set. - publicação de Decreto nº 30 762, no DG, 1.ª série, n.º 225, determinando a classificação do Forte de Santiago como Imóvel de Interesse Público; 01 nov. - publicação do Decreto nº 30 838, DG, 1.ª série, n.º 254, suspendendo o decreto n.º 30 762, de 26 set. do mesmo ano, relativamente à classificação de imóveis de propriedade particular; 1945 - criação do Grupo de Artilharia contra Aeronaves com sede em Santiago; 1947 - saída do comando contra aeronaves para São Martinho; 1970 - criação do Grupo de Artilharia de Guarnição nº 2 com sede em São Martinho e com uma secção de salvas em Santiago; 1970 - desativação da bateria de salvas permanente do GAG 2; 1974 - instalação da Liga dos Combatentes; 1975 - instalação do Esquadrão de Lançeiros do Funchal;  1983, jun. - montagem da visita guiada nº 3,  Fortaleza de São Tiago, do Centro Regional de Cultura, Cine Forum do Funchal; 1992, maio - saída da forças do Esquadrão de Lançeiros do Funchal para São Martinho (Comando-Chefe) e entrega do forte ao Governo Regional; 17 jul. - assinatura do protocolo de entrega, perante o 1º Ministro, Dr. Aníbal Cavaco Silva, assinado pelo Ministro da Defesa e Presidente do Governo Regional da Madeira, altura em que se montou uma exposição A Fortaleza de São Tiago, com catálogo da autoria de Rui Carita em parceria com Nelson Veríssimo e José de Sainz-Trueva, ed. DRAC, Funchal, julho de 1992.; finais de jul. - instalação do Museu de Are Contemporânea do Funchal; 2008, set. - exposição dos 500 anos da cidade do Funchal; 2009, maio - exposição Andar Modelo de Filipa Venâncio com participação de Carlos Valente; 2015, 8 out. - transferência do principal acervo para o novo Museu de Arte Contemporânea da Madeira, na Casa das Mudas, na Calheta, depois, MUDAS; 2022, nov. - decisão da montagem do Museu de Arqueologia da Madeira na fortaleza.