Image
Arquipelago de Origem:
Portugal
Data da Peça:
2006-02-01
Data de Publicação:
31/05/2026
Autor:
António Gomes Dalmeida e Artur Correia
Chegada ao Arquipélago:
2026-05-31
Proprietário da Peça:
Bertrand
Proprietário da Imagem:
Bertrand
Autor da Imagem:
Artur Correia
António Gomes de Almeida, Super-Heróis da História de Portugal II, ilustrada por Artur Correia, Bertrand, Lisboa, 1 de fevereiro de 2006, Portugal

Categorias
    Descrição
    António Gomes de Almeida, Super-Heróis da História de Portugal II, ilustrada por Artur Correia
    (1933-) e (1932-2018)
    Inês Negra
    Bertrand, Lisboa, 1 de fevereiro de 2006.
    Portugal.

    Nesta série de biografias são contados os feitos de alguns heróis da nossa história num tom divertido mas didáctico, com o objectivo de aproximar o leitor dessas figuras sem aqueles excessos de erudição que obrigatoriamente surgem nos livros de História tradicionais. Depois de ter adaptado a banda desenha a História Alegre de Portugal, de Manuel Pinheiro Chagas, e, depois, de António Gomes Dalmeida (texto), numa parceria que vinha de 1955, Artur Correia e António Gomes Dalmeida mantêm-se fiéis ao espírito que presidiu à composição anterior. Os retratados são: Viriato, Condessa Mumadona, Martim Moniz, Geraldo Geraldes - O Sem Pavor, Gonçalo Mendes da Maia - O Lidador, D. Afonso IV - O Bravo, Deuladeu Martins, Padeira de Aljubarrota, Magriço, Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Dona Antónia Ferreirinha, Soldado Milhões e Salgueiro Maia. 
    Artur da Costa Correia
    (Lisboa, 20 abr. 1932; idem, 1 mar. 2018) foi uma das principais figuras da ilustração portuguesa dos finais do século XX e inícios do XXI. Vindo do teatro amador, como ator e ensaiador, profissionalmente iniciou-se no jornal O Papagaio, ingressando, em  1949, no Diário de Notícias e, em 1951, no quadro do Cavaleiro Andante, onde planificou, desenhou e colaborou em todas as edições desta revista. Nessa sequência, estendeu a sua colaboração a inúmeras outras publicações, ilustrando ainda diversos livros escolares e criando vários jogos didáticos. Em 1965 ampliou a sua atividade à realização cinematográfico e, dois anos depois, em 1967, tornava-se reconhecido no estrangeiro, alcançando vários prémios de de desenho animado publicitário, rodando em 1970 o primeiro filme português de desenho animado para o grande público (Eu Quero a Lua).