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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
2024-05-01
Data de Publicação:
24/05/2026
Autor:
Câmara Municipal do Funchal
Chegada ao Arquipélago:
2026-05-24
Proprietário da Peça:
Diocese do Funchal
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
São Tiago Menor, padroeiro do Funchal, com as Chaves da Cidade, Procissão do Voto de 1 de maio de 2024, Sé do Funchal, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    São Tiago Menor, padroeiro do Funchal
    Deposição das Chaves da Cidade aos pés do Santo
    Fotografia de antes da Procissão do Voto de 1 de maio de 2024.
    Sé do Funchal, ilha da Madeira.

    Cronologia do Voto:
    1521, 7 mar. - grande surto de peste no Funchal, que chega a levar ao abandono parcial da cidade; 11 jun. - auto do voto da cidade em que saiu por sortes como padroeiro Santiago Menor; 1523, 24 jan. - renovação voto da cidade a Santiago Menor, acrescentando-se os bem aventurados São Sebastião e São Roque, habituais padroeiros contra as epidemias, como padroeiros secundários; 21 jul. - procissão da Sé para o cabo do calhau e lançamento da 1ª pedra da futura igreja; c. 1530 - tríptico de Santiago Menor e São Filipe, celebrados no mesmo dia 1 de maio, com os retratos de Simão Gonçalves da Câmara (1460-1530) e família, da oficina flamenga de Pieter Coeck Van Aelst (1502-1556), hoje no Museu de Arte Sacra; 1538, 2 jan. - terramoto no Funchal ajudando à proliferação dos casos de peste; 1º Maio - renovação do voto e procissão da Sé para a Igreja de Santiago e entrega das varas ao Santo (tradição que ainda se mantém); 1632, 22 jun. - renovação camarária do Voto; 25 jul. - sagração das obras de ampliação da primitiva igreja em dia de Santiago Maior pelo bispo D. Jerónimo Fernando (c. 1590-1650); 1748, 31 mar. - terramoto no Funchal que arruína gravemente a antiga igreja; 1751 - reconstrução da igreja de Santiago segundo traça do mestre das obras reais Domingos Rodrigues Martins (c. 1710-1781); 1754, 30 jan. - determinação camarária da demolição da nova igreja para ampliação; c. 1760 - contrato camarário com o pintor João António Vila Vicenzo (ou Vilavicêncio, c. 1720-1796) para as novas obras; 1768 - conclusão dos trabalhos da nova igreja; 1789 - transladação da imagem de São Tiago da Sé para a nova igreja em Santa Maria Maior; 1803, 9 out. - aluvião no Funchal que destruiu irremediavelmente a velha matriz de Nossa Senhora do Calhau, passando a servir de matriz a igreja camarária de São Tiago, como se lê, de forma, talvez abusiva, na fachada: "Hic lapis indicat liberalitatem senatus et populi hance cclesiam Fidelissimo Principi Regenti offerentium in locum parochiae per inundationem aquarum destructae. Anno Domini MDCCCIII"; 1950 (c.) - execução das imagens dos altares laterais, nas oficinas de Braga;