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Arquipelago de Origem:
Funchal
Data da Peça:
1971-00-00
Data de Publicação:
19/04/2024
Autor:
Diário de Notícias do Funchal
Chegada ao Arquipélago:
2024-04-19
Proprietário da Peça:
DN/Danilo de Matos
Proprietário da Imagem:
DN/Danilo de Matos
Autor da Imagem:
Danilo de Matos
Casamento de Danilo e Violante Saramago de Matos, Diário de Notícias, Funchal, 1971, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Casamento de Danilo e Violante Saramago de Matos
    (1942-) e (1947-).
    Diário de Notícias, Funchal, 1971, ilha da Madeira

    Danilo de Matos (Santa Cruz, 1942-). Filho de José Nicolau Tolentino de Matos e de Maria da Graça Matias Matos, licenciou-se em Engenharia Civil, em Lisboa, mas desenvolvendo desde muito novo uma certa intervenção política, especialmente na inspiração do irmão mais velho, o advogado Arnaldo de Matos (1939-2019), depois fundador do mítico PCTP/MRPP, o "grande educador da classe operária”, epíteto que lhe foi dado por Natália Correia (1923-1983). Veio a desenvolver grande parte da sua atividade profissional na Câmara Municipal do Funchal.
    Violante Saramago de Matos (Lisboa, 1947-) Filha do escritor José Saramago (1922-2010) e da pintora Ilda Reis (1923-1998), casou em 1971 com o engenheiro Danilo de Matos (1942-). Licenciou-se depois em Biologia, área em que sustentou a sua atividade profissional, enquanto professora do ensino secundário e técnica de controlo laboratorial de alimentos, bem como parte significativa da sua atividade extra-profissional nas questões ligadas ao ambiente e ao ordenamento do território. Ativista e dirigente da luta estudantil contra a ditadura e a guerra colonial, foi presa no 1º de Maio de 1973, tendo cumprido 3 meses na prisão de Caxias. Depois de 1974, continuou a ter intervenção política, quer a nível partidário, quer em movimentos cívicos com destaque para os de apoio a Timor-Leste, contra a guerra do Iraque e pela despenalização da IVG. Foi deputada à Assembleia Legislativa da Madeira, entre 1996 e 2000, e em 2006. Entre 1997 e 2001, foi vereadora na Câmara Municipal do Funchal. Publicou com a editora Edições Esgotadas “Quinas, pelo Mar Fora…” (2018), “Quinas, uma Viagem à Ria” (2019), “Tixa a Presidente!” (2019), “Quando o Verão Amadurece” (2020), “Pintas e Pirata” (2020), “Escritas da Pandemia” (2021), “Quinas com a Kali no Paúl (2021), “Beijinhos” (2021); “De memórias nos fazemos” (2022) e "50 Anos, 50 Vozes, 50 Mulheres", (coord.) (abril 2024).