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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
2020-10-22
Data de Publicação:
14/09/2022
Autor:
Cristina Trindade, Luísa Paolinelli e Paulo Perneta
Chegada ao Arquipélago:
2022-09-14
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal do Funchal
Proprietário da Imagem:
CMF
Autor da Imagem:
CMF
Apresentação no salão nobre da Câmara do Roteiro Mulheres do Funchal, 22 de outubro de 2020, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Apresentação no salão nobre da Câmara do Roteiro Mulheres do Funchal,
    Vereadora da Cultura, Madalena Nunes, com Raquel Brasão, Cristina Trindade e outras/outros (Paulo Perneta de costas)
    Alegoria à Câmara do Funchal, óleo de Alfredo Miguéis (1883-1943), 1940.
    Fotografia DN, 22 de outubro de 2020, ilha da Madeira.

    Cristina Trindade e Luísa Paolinelli (coord.), Roteiro Mulheres do Funchal, Câmara Municipal do Funchal, outubro de 2020, ilha da Madeira.
    Este roteiro remete-nos para ruas, edifícios e lugares onde estas mulheres viveram, trabalharam ou que estão de algum modo relacionados com elas. São 38 breves histórias, escritas pelas coordenadoras do trabalho e também por Paulo Perneta, sobre quem foram e o que fizeram as protagonistas deste pequeno livro ilustrado. O roteiro contempla mulheres em nome individual, mas também evoca alguns coletivos, como é o caso das bordadeiras, das mulheres dos ofícios e dos açougues e as 'enfermeiras' da peste: .
    Alfredo Vital Miguéis (Funchal, 23 abr. 1883; idem, 10 jun. 1943). Filho de Joaquim Francisco Miguéis e de Elisa Sara Aguiar Miguéis, frequentou a Escola Industrial do Funchal, matriculando-se na Academia Real de Belas-Artes, onde completou o curso de Pintura Histórica em 1911, tendo sido discípulo de Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929). Em 1911 participou com alguns óleos numa exposição na Sociedade Nacional de Belas Artes, satirizados por Francisco Valença (1882-1962), com texto de Carlos Simões, em A Sátira, revista humorística de caricaturas, ano 1, nº 4, Lisboa, 1 de junho de 1911. No ano seguinte, 1912, no entanto, recebeu o prémio do legado Visconde de Valmor, para pensionista no estrangeiro, seguindo para Madrid e Paris, vindo a participar entre muitas outras, na célebre Exposição dos Modernistas de Lisboa de 1923. Professor da Escola Industrial do Funchal, era na altura do seu falecimento vogal da vereação camarária e tendo deixado o corpo principal da sua obra à Câmara do Funchal, que veio a perder-se totalmente num incêndio na área da torre do palácio de São Pedro, pouco tempo depois.