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Arquipelago de Origem:
Nigéria
Data da Peça:
1950-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
02/01/2022
Autor:
Mestre Igbo Izzi
Chegada ao Arquipélago:
2022-01-02
Proprietário da Peça:
Yale University Art Gallery
Proprietário da Imagem:
Yale University Art Gallery
Autor da Imagem:
Yale University Art Gallery
Máscara de Ancestral feminino Igbo Izzi como Rainha das Mães da Yale University Art Gallery, 1950 (c.), estado de Ebonyi, Nigéria

Categorias
    Descrição
    Máscara de Ancestral feminino como Rainha das Mães.
    Eze Nwanyi
    Madeira esculpida e pintada, 46 × 24,5 × 29  cm.
    Mestre Igbo Izzi, 1950 (c.).
    Estado de Ebonyi, Nigéria.
    Charles B. Benenson (1913-2004), B.A. 1933, Collection.
    Proveniente da coleção Maurice Bonnefoy (1920-1999), fundador da D’Arcy Galleries (feb. 1957 a jun. 1968), New York and Garennes-sur-Eure (16 abr. 1973 a 1980); Charles B. Benenson Collection, doação à Yale University Art Gallery em 2004.
    Yale University Art Gallery (2006.51.345), New Haven, Connecticut, Estados Unidos da América.

    As crenças e práticas religiosas dos povos da língua Igbo, um dos maiores grupos étnicos africanos, habitando o leste, sul e sudeste da Nigéria, Camarões e Guiné Equatorial, genericamente designadas por Odinari, identificam uma constelação de divindades tutelares conhecidas como alusi ou agbara, mensageiros do grande deus Chukwu, "o grande espírito", acessíveis aos desejos dos homens através de sacrifícios e oferendas. Estas entidades invisíveis incluem, não só pessoas e determinados princípios, como lugares, quer em terra, como elementos proeminentes na paisagem,  mas também rios e, inclusivamente, lugares de mercados e os dias em que se realizam, etc. Ampliam-se ainda essas entidades aos elementos ancestrais, como heróis fundadores e lendários, tal como às míticas guerras em que se envolveram. Genericamente, os cultos aos ancestrais e seres tutelares propiciam um conjunto de práticas que contribuem para a saúde, prosperidade, produção agrícola e manutenção do moral elevado, ordem social e ecológica. As figuras de madeira maciça que os representam variam entre os 45 cm e 180 cm de altura, e são esculpidas de uma forma convencional, estática e simétrica, muitas vezes de mãos estendidas aguardando as oferendas. Os escultores são invariavelmente homens, havendo informações de que seriam as mulheres que as pintavam com branco de lanolina, pigmentos vermelho, laranja, etc.