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Arquipelago de Origem:
Bijagós
Data da Peça:
2016-05-00
Data de Publicação:
05/05/2021
Autor:
Rui Jorge Semedo
Chegada ao Arquipélago:
2021-05-05
Proprietário da Peça:
IMVF e outros
Proprietário da Imagem:
Emanuel Ramos/IMVF
Autor da Imagem:
Emanuel Ramos
1. Principais componentes de expressão artístico-cultural Bijagó, in Inventário sobre artesanato, dança e cantiga Bijagó, Rui Jorge Semedo, Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF) e Tiniguena, maio de 2016, Guiné-Bissau

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    Descrição

    1. Principais componentes de expressão artístico-cultural Bijagó,
      Pub. por Rui Jorge Semedo in Inventário sobre artesanato, dança e cantiga Bijagó, Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF) e Tiniguena, maio de 2016, Guiné-Bissau.
      Rui Jorge Semedo (Bissau, 18 set. 1973-) com fotografia de Emanuel Ramos/IMVF.Pis serra, a par das outras máscaras, é o adorno de eleição de dança dos jovens kanhocã e kabaro. Sempre que se organizam eventos, e sob a supervisão dos kamabi, os kabaro são convidados ao palco para dançar e animar a comunidade e, às vezes, os kanhocã podem aproveitar a oportunidade para brincar. A principal matéria-prima para confecionar o pis serra (peixe-serra) é o tronco de tagara (Alstonia sp.). Após o corte, o tronco é dividido verticalmente ao meio com machado e com o apoio de outras ferramentas como catana, faca e formão. A escultura ganha a forma desejada mediante o desenho artístico do artesão. Seguidamente é colocado um suporte ordidja que é feito com a nervura do caule da bananeira ou pedaço de pano para facilitar a fixação da máscara na cabeça do utilizador e, através de uma corda nghodane (nome científico), o adorno fica preso na cabeça. Pub. Rui Jorge Semedo, Inventário sobre artesanato, dança e cantiga Bijagó, maio 2016, p. 31. Este estudo foi elaborado no âmbito do projeto “Bijagós, Bemba di Vida! Ação cívica para o resgate e valorização de um património da humanidade”, contrato DCI-NSAPVD/2012/290-561, implementado pelo Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF) e pela Tiniguena – Esta Terra é Nossa!, com o cofinanciamento da União Europeia e do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Camões, I.P.).