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Carmen Miranda, pormenor de acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.
Cármen Miranda. Pormenor de acrílico sobre papel montado em tela, 121 x 151 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante […]
Alcácer-Quibir, tapeçaria de Paula Rego, 1966, Casa das Histórias de Cascais, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.
Anjo Ancorado, homenagem aos trabalhadores do sector da construção civil e obras públicas, bronze de Ricardo Velosa, 2004, Praça Assicom, Estrada Monumental, Funchal, ilha da Madeira.
Anjo Ancorado, homenagem aos trabalhadores do sector da construção civil e obras públicas, bronze de Ricardo Velosa, 2004, Praça Assicom, Estrada Monumental, Funchal, ilha da Madeira.
Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 8 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 8 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 8 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 8 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 8 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
O “Diário da Assembleia Constituinte” na exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 8 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Assistência na exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 8 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Paradise, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.
Paradise, Acrílico sobre tela, 220 x 200 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação […]
Carmen Miranda, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.
Cármen Miranda. Acrílico sobre papel montado em tela, 121 x 151 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária […]
Na Praia, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.
Na praia. Acrílico sobre papel, 200 x 220 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular em depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal. Exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e […]
The Mosquito’s House, acrílico de Paula Rego, 1984, da Caixa Geral de Depósitos em exposição na Casa das Mudas, Calheta, ilha da Madeira.
The Mosquito’s House, Acrílico sobre tela, 242 x 159 cm. Paula Rego (1935-2022), 1984. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal. Fotografia de 27 de janeiro de 2023, Casa das Mudas, Calheta, ilha da Madeira. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a […]
Vivian Girls as Windmills, acrílico de Paula Rego, Londres, 1984, CAM da Fundação Gulbenkian, Lisboa, Portugal
Vivian Girls as Windmills, As Raparigas Vivian como Moinhos de Vento Acrílico sobre tela, 242 x 179 cm. Paula Rego (1935-2022), 1984. O primeiro contacto de Paula Rego com as Vivian Girls ocorreu numa exposição em 1979, em Londres. Os desenhos ilustrados do romance de início do século XX de Henry Darger (1892-1973), The Realms of the Unreal, fascinaram-na de tal forma que decidiu pintar várias cenas da vida dessas personagens. A saga conta-nos as várias façanhas de um bando de raparigas que consegue dar a volta a soldados malvados. Paula Rego diz que as raparigas Vivian foram escravizadas pelo […]
Vivian girls in Tunisian, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição Letting Loose, Victoria Miro Gallery, novembro de 2023, Londres, Inglaterra.
Vivian girls in Tunisian, Acrílico sobre tela, 220 x 180 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular de Nova Iorque, USA. Exposição Letting Loose, Victoria Miro Gallery, novembro de 2023, Londres, Inglaterra. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre […]
Pormenor de Vivian girls in Tunisian, acrílico de Paula Rego, 1985, cartaz da exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.
Vivian girls in Tunisian, Pormenor de acrílico sobre tela, 220 x 180 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular de Nova Iorque, USA. Catálogo da exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula […]
Vivian girls in Tunisian, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.
Vivian girls in Tunisian, Acrílico sobre tela, 220 x 180 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular de Nova Iorque, USA. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e […]
Vivian girls in Tunisian, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.
Vivian girls in Tunisian, Acrílico sobre tela, 220 x 180 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular de Nova Iorque, USA. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e […]
Pormenor de Paradise, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição em Istambul, 2023, Turquia
Paradise, Pormenor de acrílico sobre tela, 220 x 200 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de […]
Pormenor de Vivian Girls on the farm, acrílico de Paula Rego, Londres, 1984 e 1985, Museu Serralves, Porto, Portugal
Vivian Girls on the farm, Pormenor de acrílico sobre tela, 245,5 x 181,5 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. O primeiro contacto de Paula Rego com as Vivian Girls ocorreu numa exposição em 1979, em Londres. Os desenhos ilustrados do romance de início do século XX de Henry Darger (1892-1973), The Realms of the Unreal, fascinaram-na de tal forma que decidiu pintar várias cenas da vida dessas personagens. A saga conta-nos as várias façanhas de um bando de raparigas que consegue dar a volta a soldados malvados. Paula Rego diz que as raparigas Vivian foram escravizadas pelo mundo adulto mas conseguiram […]
Vivian Girls on the farm, acrílico de Paula Rego, Londres, 1984 e 1985, Museu Serralves, Porto, Portugal
Vivian Girls on the farm, Acrílico sobre tela, 245,5 x 181,5 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. O primeiro contacto de Paula Rego com as Vivian Girls ocorreu numa exposição em 1979, em Londres. Os desenhos ilustrados do romance de início do século XX de Henry Darger (1892-1973), The Realms of the Unreal, fascinaram-na de tal forma que decidiu pintar várias cenas da vida dessas personagens. A saga conta-nos as várias façanhas de um bando de raparigas que consegue dar a volta a soldados malvados. Paula Rego diz que as raparigas Vivian foram escravizadas pelo mundo adulto mas conseguiram lutar em […]
The Mosquito’s House, acrílico de Paula Rego, 1984, Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal.
The Mosquito’s House, Acrílico sobre tela, 242 x 159 cm. Paula Rego (1935-2022), 1984. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Fotografia de José Fabião. Coleção da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação de imagens. No início dos […]
The Bride, acrílico de Paula Rego, 1985, Cathy Wills Collection, Londres, Inglaterra
The Bride, Acrílico sobre tela, 244 x 186 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Cathy Wills Collection, Londres, Inglaterra. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação de imagens. No início dos anos 60, o expressionismo e o surrealismo deram […]
Vivian Girls trans, acrílico de Paula Rego, 1985, Londres, Inglaterra
Vivian Girls trans, Acrílico sobre tela, 244 x 186 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. O primeiro contacto de Paula Rego com as Vivian Girls ocorreu numa exposição em 1979, em Londres. Os desenhos ilustrados do romance de início do século XX de Henry Darger (1892-1973), The Realms of the Unreal, fascinaram-na de tal forma que decidiu pintar várias cenas da vida dessas personagens. A saga conta-nos as várias façanhas de um bando de raparigas que consegue dar a volta a soldados malvados. Paula Rego diz que as raparigas Vivian foram escravizadas pelo mundo adulto mas conseguiram lutar em sua defesa: […]
Paradise, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição em Istambul, 2023, Turquia
Paradise, Acrílico sobre tela, 220 x 200 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação […]
The Drowned Bear AKA In and Out of the Sea, acrílico de Paula Rego, 1985, coleção particular, Inglaterra
The Drowned Bear AKA In and Out of the Sea, Acrílico sobre tela, 244 x 186 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Imagem for courtesy Ostrich Arts Ltd and Victoria Miro Coleção particular, Londres, Inglaterra. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade […]
Paula Rego no seu atelier de Londres, junho de 2016, Inglaterra
Paula Rego no seu atelier de Londres. It’s horrible to be so old and still so afraid Fotografia de António Olmos, 2016, Inglaterra Sessão da qual uma das fotografias serviu de capa à Revista Expresso, Paula Rego, Lisboa, 27 de junho de 2016, Portugal. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou assim do informalismo e mediante a sua extraordinária capacidade de livre associação de imagens. No início dos anos 60, o […]
In and Out of The Sea AKA The Raft, acrílico de Paula Rego, 1985, coleção particular, Inglaterra
In and Out of The Sea AKA The Raft, Acrílico sobre tela, 240 x 190 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Imagem for courtesy Ostrich Arts Ltd and Victoria Miro Coleção particular em depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da […]
Na praia, acrílico de Paula Rego, 1985, depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal.
Na praia. Acrílico sobre papel, 200 x 220 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular em depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação de imagens. No início […]
Na praia, acrílico de Paula Rego, 1985, depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal.
Na praia. Acrílico sobre papel, 200 x 220 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing (Paula Rego’s son). Coleção particular em depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação de imagens. No início […]
Deusa romana Flora, gesso de Arlindo Rocha, 1947, Cinema Batalha, Porto, Portugal.
Deusa romana Flora. Gesso de Arlindo Rocha (1921–1999), 1947. Fotografia de Miguel Bombarda, Porto Art District Batalha Centro de Cinema, Porto Arlindo Gonçalves da Rocha (Porto, Bonfim, 22 jan. 1921; idem, fev. 1999). Tendo frequentado o curso de Escultura da Escola de Belas Artes do Porto, curso que acabou em 1945, obteve uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, em 1953, para estagiar em Itália e, em 1959, mais uma bolsa, então da Fundação Calouste Gulbenkian, para o Egito e a Grécia, visitando os principais Museus da Europa. Ao longo do seu percurso escultórico podemos observar abordagens de diferentes tipologias […]
Cabeça de jovem, bronze de Arlindo Rocha, 1946, Portugal
Cabeça de jovem. Bronze de Arlindo Rocha (1921–1999), 1946. Fotografia de João Carita, Lagoa de Albufeira, 4 de abril de 2026 Coleção de Hélder Carita, Lagoa, Portugal Arlindo Gonçalves da Rocha (Porto, Bonfim, 22 jan. 1921; idem, fev. 1999). Tendo frequentado o curso de Escultura da Escola de Belas Artes do Porto, curso que acabou em 1945, obteve uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, em 1953, para estagiar em Itália e, em 1959, mais uma bolsa, então da Fundação Calouste Gulbenkian, para o Egito e a Grécia, visitando os principais Museus da Europa. Ao longo do seu percurso escultórico […]
Cabeça de jovem, bronze de Arlindo Rocha, 1946, Portugal
Cabeça de jovem. Bronze de Arlindo Rocha (1921–1999), 1946. Fotografia de João Carita, Lagoa de Albufeira, 4 de abril de 2026 Coleção de Hélder Carita, Lagoa, Portugal Arlindo Gonçalves da Rocha (Porto, Bonfim, 22 jan. 1921; idem, fev. 1999). Tendo frequentado o curso de Escultura da Escola de Belas Artes do Porto, curso que acabou em 1945, obteve uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, em 1953, para estagiar em Itália e, em 1959, mais uma bolsa, então da Fundação Calouste Gulbenkian, para o Egito e a Grécia, visitando os principais Museus da Europa. Ao longo do seu percurso escultórico […]
Cabeça de jovem, bronze de Arlindo Rocha, 1946, Portugal
Cabeça de jovem. Bronze de Arlindo Rocha (1921–1999), 1946. Fotografia de João Carita, Lagoa de Albufeira, 4 de abril de 2026 Coleção de Hélder Carita, Lagoa, Portugal Arlindo Gonçalves da Rocha (Porto, Bonfim, 22 jan. 1921; idem, fev. 1999). Tendo frequentado o curso de Escultura da Escola de Belas Artes do Porto, curso que acabou em 1945, obteve uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, em 1953, para estagiar em Itália e, em 1959, mais uma bolsa, então da Fundação Calouste Gulbenkian, para o Egito e a Grécia, visitando os principais Museus da Europa. Ao longo do seu percurso escultórico […]
Boneca Mwila de barro do sudoeste de Angola, 1966 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Boneca Mwila de barro do sudoeste de Angola Montagem a partir de escultura de barro quase que só seco ao sol com pontuais decorações, essenciais para figurarem o penteado. Grupo cultural Nyaneka-Humbi do sudoeste de Angola, 1966 (c.) Este conjunto de duas bonecas de barro é composto por exemplares provindos do mesmo grupo cultural, mwila (nyaneka-humbi), e tendo o mesmo material constituinte: barro pouco cozido. A boneca AP.071 apresenta o penteado omalunyonga, típico da mulher casada com filhos, usado por este grupo, onde os pedaços de cana simbolizam a fertilidade e também representado em bonecas tronco. Entende-se o interesse por uma […]
Boneca kwanyama corpo dos Ovambo, sudoeste de Angola, 1966 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Boneca kwanyama corpo do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma semente de duplo bojo com panos vários a partir do estrangulamento, botões, missangas, etc. Grupo cultural ovambo do sudoeste de Angola, 1966 (c.) Bonecas kwanyama corpo, grupo que agrega duas bonecas com uma figura mais antropomórfica. Estas bonecas apresentam trajes que em tudo são semelhantes aos usados pelas kwanyamas (ovambo). No relatório de campanha, António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988) refere que “[os kwanyamas] deixaram já de usar vestes (…) em peles. A mulher cuanhama usa presentemente o tecido europeu, uma espécie de antigo pano de colchão, que tingem […]
Boneca kwanyama okana dos Ovambo, sudoeste de Angola, 1966 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Boneca kwanyama okana do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma semente de duplo bojo com panos vários a partir do estrangulamento, botões, missangas, etc. Grupo cultural ovambo do sudoeste de Angola, 1966 (c.) Bonecas kwanyama okana (ovambo) que formam um grupo muito homogéneo de 18 bonecas, em termos de materiais constituintes: definidas por uma semente de duplo bojo; o seu estrangulamento apresenta uma saia, e um número variável de saiotes. Em 1966, na sua segunda missão, em que pela segunda e última vez coleta bonecas deste tipo, António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988) anexa a seguinte informação: “Estas bonecas […]
Boneca tronco do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Boneca tronco do sudoeste de Angola Montagem a partir de um toro de madeira com estrutura de vime, decorada com botões, missangas e panos vários. Grupo cultural mwila (nyaneka-humbi) do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Bonecas tronco, conjunto que reúne bonecas caracterizadas por uma mesma estrutura – um toro de madeira –, envolvida, a maioria delas, por uma malha entrançada. Por cima da referida estrutura cada boneca apresenta uma composição de variados elementos, configurando um traje e diferentes adornos. Em muitas figuram seios, e todas elas exibem complexos penteados, construídos em diferentes materiais – fibras vegetais, cabelo natural, missangas, botões, […]
Boneca de carolo de milho, grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Boneca do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma massaroca ou carolo de milho com panos vários. Grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Existem dezanove bonecas deste tipo provenientes dos dois grupos etnolinguísticos nyaneka-humbi e herero (sendo também possível estabelecer relações de afinidades com outros grupos culturais não representados na coleção). No seu estudo sobre o grupo etnolinguístico nyaneka-humbi, Alphonse Lang, um missionário nos princípios do século XX, referencia estas bonecas: “[u]m carolo de milho vestido como elas [meninas] faz a vez de boneca. Dependendo das estações, as fibras disponíveis ou as barbas do milho […]
Bonecas de carolo de milho, grupo Nyaneka-humbi e Herero do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Bonecas do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma massaroca ou carolo de milho com panos vários. Grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Existem dezanove bonecas deste tipo provenientes dos dois grupos etnolinguísticos nyaneka-humbi e herero (sendo também possível estabelecer relações de afinidades com outros grupos culturais não representados na coleção). No seu estudo sobre o grupo etnolinguístico nyaneka-humbi, Alphonse Lang, um missionário nos princípios do século XX, referencia estas bonecas: “[u]m carolo de milho vestido como elas [meninas] faz a vez de boneca. Dependendo das estações, as fibras disponíveis ou as barbas do milho […]
A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano, 1960 (c.) e 2015, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano. Recolha, em grande parte, de António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988), em Angola, 1960 (c.). Montagem O museu, muitas coisas, 2015 (c.). Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. A coleção integra o núcleo «A Brincar e Já a Sério. Bonecas do Sudoeste de Angola» da exposição permanente do Museu Nacional de Etnologia O museu, muitas coisas. Trata-se de uma coleção constituída por oitenta e três bonecas diferentes (18 kwanyama okana; 2 kwanyama corpo; 19 Carolo de milho; 42 Tronco; 2 Mwila barro) resultantes de diversos grupos culturais e que […]
A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano, 1960 (c.) e 2015, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano. Recolha, em grande parte, de António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988), em Angola, 1960 (c.). Montagem O museu, muitas coisas, 2015 (c.). Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. A coleção integra o núcleo «A Brincar e Já a Sério. Bonecas do Sudoeste de Angola» da exposição permanente do Museu Nacional de Etnologia O museu, muitas coisas. Trata-se de uma coleção constituída por oitenta e três bonecas diferentes (18 kwanyama okana; 2 kwanyama corpo; 19 Carolo de milho; 42 Tronco; 2 Mwila barro) resultantes de diversos grupos culturais e que […]
Bonecas do Sudoeste de Angola, Inês Ponte, Lisboa, Museu Nacional de Etnologia e Imprensa Nacional/Casa da Moeda, fevereiro de 2015, Portugal.
Inês Ponte, Bonecas do Sudoeste de Angola, Objetos e Coleções, Museu Nacional de Etnologia e Imprensa Nacional/Casa da Moeda, Lisboa, fevereiro de 2015, Portugal. Núcleo A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano. Montagem O museu, muitas coisas, 2015 (c.). Recolha, em grande parte, de António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988), em Angola, 1960 (c.). Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. A coleção integra o núcleo «A Brincar e Já a Sério. Bonecas do Sudoeste de Angola» da exposição permanente do Museu Nacional de Etnologia O museu, muitas coisas. Trata-se de uma coleção constituída por oitenta e […]
Boneca de carolo de milho, grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Boneca do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma massaroca ou carolo de milho com panos vários. Grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Existem dezanove bonecas deste tipo provenientes dos dois grupos etnolinguísticos nyaneka-humbi e herero (sendo também possível estabelecer relações de afinidades com outros grupos culturais não representados na coleção). No seu estudo sobre o grupo etnolinguístico nyaneka-humbi, Alphonse Lang, um missionário nos princípios do século XX, referencia estas bonecas: “[u]m carolo de milho vestido como elas [meninas] faz a vez de boneca. Dependendo das estações, as fibras disponíveis ou as barbas do milho […]
Bonecas tronco do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Bonecas tronco do sudoeste de Angola Montagem a partir de um toro de madeira com estrutura de vime e panos vários. Grupo cultural mwila (nyaneka-humbi) do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Bonecas tronco, conjunto que reúne bonecas caracterizadas por uma mesma estrutura – um toro de madeira –, envolvida, a maioria delas, por uma malha entrançada. Por cima da referida estrutura cada boneca apresenta uma composição de variados elementos, configurando um traje e diferentes adornos. Em muitas figuram seios, e todas elas exibem complexos penteados, construídos em diferentes materiais – fibras vegetais, cabelo natural, missangas, botões, tachas, correntes ou alfinetes […]
Boneca de carolo de milho, grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Boneca do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma massaroca ou carolo de milho com panos vários. Grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Existem dezanove bonecas deste tipo provenientes dos dois grupos etnolinguísticos nyaneka-humbi e herero (sendo também possível estabelecer relações de afinidades com outros grupos culturais não representados na coleção). No seu estudo sobre o grupo etnolinguístico nyaneka-humbi, Alphonse Lang, um missionário nos princípios do século XX, referencia estas bonecas: “[u]m carolo de milho vestido como elas [meninas] faz a vez de boneca. Dependendo das estações, as fibras disponíveis ou as barbas do milho […]
A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano, 2005 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano. Recolha, em grande parte, de António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988), em Angola, 1960 (c.). Montagem O museu, muitas coisas, 2015 (c.). Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. A coleção integra o núcleo «A Brincar e Já a Sério. Bonecas do Sudoeste de Angola» da exposição permanente do Museu Nacional de Etnologia O museu, muitas coisas. Trata-se de uma coleção constituída por oitenta e três bonecas diferentes (18 kwanyama okana; 2 kwanyama corpo; 19 Carolo de milho; 42 Tronco; 2 Mwila barro) resultantes de diversos grupos culturais e que […]
Adufe de Idanha-a-Nova, 1969, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Adufe. Recolha de Ernesto Veiga Oliveira, em Idanha-a-Nova, 1969. A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Museu Nacional de Etnologia (AR 478), Restelo, Lisboa, Portugal. O Adufe foi introduzido na Península Ibérica pelas invasões islâmicas, entre os séculos VIII e XII, encontrando-se a sua utilização centrada no centro-leste de Portugal, com especial incidência para a área de Castelo Branco, mas também no Alentejo. É […]
Visita de índios Waujá à câmara municipal de Goiânia, 6 de novembro de 2024, Goiás, Brasil.
Visita de índios Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso à câmara municipal de Goiânia. A visita deste indígenas fez parte do evento “Presença Originária na UFG – Ações de Inclusão e Diversidade na Universidade Federal de Goiás”, 6 de novembro de 2024. Câmara Municipal da Goiânia, Goiás, Brasil Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de […]
A Arte dos Sonhos, Uma Iconografia Ameríndia, Aristóteles Barcelos Neto, Lisboa, Museu Nacional de Etnologia e Assírio & Alvim, fevereiro de 2002, Portugal.
Aristóteles Barcelos Neto, A Arte dos Sonhos, Uma Iconografia Ameríndia Máscaras Atujuwá dos Waurá do Alto Xingu, recolha de 1950 Ed. Lisboa, Museu Nacional de Etnologia e Assírio & Alvim, fevereiro de 2002, Portugal. Os Waurá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e […]
Máscaras Atujuwá dos Waurá do Alto Xingu, 1950, Mato Grosso, Brasil, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Máscaras Atujuwá dos Waurá do Alto Xingu. Recolha de 1950 e incorporação de 2000, através da coleção do depois professor Aristóteles Barcelos Neto, Alto Xingu, Mato Grosso, Brasil. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os Waurá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e […]
Máscaras Sagradas Waurá, 2024, Museu de História Natural do Mato Grosso, Cuiabá-MT, Brasil.
Máscaras Sagradas Waurá, Materialidade, Morfologia, e Ritualista do Alto Xingu. Máscaras Atujuwá dos Waurá da aldeia do Alto Xingu-MT, Exposição de 20 ago. a 30 nov. 2024 Museu de História Natural do Mato Grosso, Cuiabá-MT, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma […]
Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu, Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, 2024, São Luís-MA, Brasil.
Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu. Aldeia do Alto Xingu-MT, Fotografia de exposição de 20 ago. 30 nov. 2024 Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, São Luís-MA, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e fascinante mito-cosmologia, na qual […]
Máscaras Sagradas Waurá, 2024, Museu de História Natural do Mato Grosso, Cuiabá-MT, Brasil.
Máscaras Sagradas Waurá, Materialidade, Morfologia, e Ritualista do Alto Xingu. Máscaras Atujuwá dos Waurá da aldeia do Alto Xingu-MT, Cartaz de exposição de 20 ago. 30 nov. 2024 Museu de História Natural do Mato Grosso, Cuiabá-MT, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui […]
Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu, Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, 2024, São Luís-MA, Brasil.
Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu. Aldeia do Alto Xingu-MT, Fotografia de exposição de 20 ago. 30 nov. 2024 Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, São Luís-MA, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e fascinante mito-cosmologia, na qual […]
Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu, Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, 2024, São Luís-MA, Brasil.
Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu. Aldeia do Alto Xingu-MT, Fotografia de exposição de 20 ago. 30 nov. 2024 Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, São Luís-MA, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e fascinante mito-cosmologia, na qual […]
Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu, 2001, Mato Grosso, Brasil.
Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu. Aldeia do Alto Xingu-MT, Fotografia do professor Aristóteles Barcelos Neto, 2001 Mato Grosso, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e fascinante mito-cosmologia, na qual os vínculos entre os animais, as coisas, os humanos e […]
Conferência do professor Aristóteles Barcelos Neto no Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, 12 de fevereiro de 2026, Portugal
As relações entre o Museu Indígena Ulupuwene e os museus de etnologia à luz das sensibilidades culturais xinguanas e do código de Ética do ICOM. Máscaras Atujuwá dos Waurá do Alto Xingu, recolha de 1950 Conferência do professor Aristóteles Barcelos Neto a 12 de fevereiro de 2026. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção […]
Coleção de máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu, Mato Grosso, recolha e montagem de 2015, Museu Nacional do Índio, Rio de Janeiro, Brasil.
Coleção de máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu. Artesãos Daikir Talatalakuma Waurá e Karapotan Waurá, da Aldeia Piyulaga (Xingu-MT), 2015 Mato Grosso, Brasil. Museu Nacional do Índio, Rio de Janeiro, Brasil Os artesãos Daikir Talatalakuma Waurá e Karapotan Waurá, da Aldeia Piyulaga (Xingu-MT), chegam ao Rio de Janeiro, a convite do Museu do Índio, para montar quatro máscaras tradicionais Waurá que serão exibidas ao público em futuras exposições. O convite do Museu do Índio tem como objetivo principal a documentação do processo de montagem das máscaras dentro da instituição. Esse registro é importante para a transmissão de saberes e práticas na […]
Máscara Mwana-Pwo, escultor Tshokwe de Angola, 1950 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Máscara Mwana-Pwo. Escultor Tshokwe de Angola. Adquirida, em 1960, pelo Dr. Machado Cruz, no Chefado de Sachicungo, Xassengue. ©DGPM / José Pessoa. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a […]
Máscara Chokwe-Ganguela, 1970 (c.), Alto Cubango, Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Máscara Chokwe-Ganguela Máscara, do Alto Cubango (Angola). Doada pelo extinto Centro de Estudos Africanos, da Faculdade de Letras da ULisboa, em 2009. Tinha sido oferecida àquela instituição pelo Prof. Manuel Viegas Guerreiro (1912-1997), e a este, anteriormente, por um estudante ex-miliciano, que cumpriu serviço militar em Angola, por volta de 1975. ©AF-MNE / João André. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no […]
Margot Dias, Mueda, 1961, Moçambique, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Margot Dias (1908-2001) Mueda, 1961, Moçambique. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, onde se fixa, passando a lecionar no Instituto Superior de Estudos Ultramarinos e na Faculdade […]
Revista Gerador, 40, Lisboa, janeiro 2023, Portugal.
Revista Gerador, 40, Lisboa, janeiro 2023, Portugal. Sustentabilidade ambiental: contradições entre metas e políticas implementadas. Largo trabalho sobre Restituição às ex-colónias: a luta pela libertação da memória e identidade com recurso ao material iconográfico da Museu Nacional de Etnologia de Lisboa, Portugal.
Cachimbo angolano da coleção de António de Oliveira, 1670 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Cachimbo angolano da coleção de António de Oliveira. Adquirida pelo MNE, em 1959, e proveniente do sobado de Ngunza Mbambe (Angola), com a indicação de ter pertencido ao rei do Dongo, D. João I, morto em 1671 Angola. Fotografia Bárbara Monteiro, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa […]
Figura antropomórfica ou ídolo de pregos do Museu Nacional de Etnologia, Angola, 1880 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Figura antropomórfica, ídolo de pregos Figura em postura real telama lwimbanganga, indicativa da sua capacidade de clarividência. Esta postura nem sempre traduz agressividade, mas está também ligada à ordem e reequilíbrio social. Embora seja o escultor que executa estes objetos, é o nganga (especialista do ritual) que providencia obilongo. Ou seja, é ele que através das substâncias mágicas que coloca na figura (nomeadamente no recetáculo do ventre), lhe confere a força sobrenatural. Para ativar um nkisi ou ngaanga crava-se-lhe uma peça em metal de acordo com o pedido que lhe foi dirigido. Comprada, em 1969, em Lisboa, ao Dr. Rui […]
Iran ou Irã dos Bijagós, 1930 (c.), Guiné-Bissau, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Iran ou Irã Objeto cultual, de que o mais antigo recolhido parece ser o da Museu da Sociedade de Geografia de Lisboa, de 1880 (c.), que contém energia sagrada e ao qual toda a aldeia presta homenagem. Aparece também referido como o “Remédio do Espírito”, que serve de intermediário entre os vivos e os seus antepassados. Os Irãs Grandes, chamados Irãs do Chão, são os mais poderosos da tabanca. Para além da forma humana, eles podem assumir outras formas. Em princípio, os Irãs Grandes devem estar na chamada «baloba dos defuntos», que é o santuário das mulheres; mas, devido aos […]
Adorno de cintura dos kabaro bijagós, 1950 (c.), Guiné-Bissau, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Adorno de cintura Adorno de cintura usado nos rituais de iniciação, ou de passagem de idade para a vida adulta. Antes da saída dos novos iniciados kamabi da mata, os jovens kabaro são submetidos aos ensaios de aperfeiçoamento das coreografias de dança e fazem a primeira apresentação pública no palco etikapungnhana para a saída dos kamabi de fanado (retiro iniciático). Depois, sempre que se organizam eventos e, sob a orientação dos kamabi, os kabaro são convidados a dançar e a animar a comunidade, inclusivamente, no sentido de promoção física pessoal, pois numa sociedade fortemente matriarcal, quem escolhe o parceiro é […]
Marimba, quiau, carriquiau, etc., 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
Marimba Quiau, carriquiau, carriculau, etc., são termos portugueses para o mesmo instrumento de percusão e fricção. Secção de A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e […]
Sarroncas, 1950 e seguintes, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
Sarroncas Roncadeira, zabumba, zamburra, zurra-burros e ronca são outros termos portugueses para o mesmo membranofone de fricção. Secção de A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A sarronca é um instrumento musical tradicional, do tipo membranofone de fricção. É constituído por um cântaro de barro que funciona como caixa de ressonância, uma pele que tapa a boca do vaso e um elemento fricativo que consiste numa haste em cana ou madeira. O executante segura a sarronca debaixo de um dos braços em posição oblíqua e fricciona a membrana com movimentos lineares. Por ação do executante, a haste trespassa a pele e coloca-a em […]
Tambores chokwe e kacongo, 1950 (c.), Angola (?), Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
Tambores chokwe e kacongo (atr.) Madeira esculpida e patinada. Escultor chokwe e kacongo, 1950 (c.) O grande tambor de fenda dos chokwe, nguvu (hipopótamo, dada a profundidade do som), mas também chinguvo, é por vezes representado nas cadeiras de soba e em lugar de destaque, sinal do seu estatuto. Leste de Angola (?). Secção de A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) […]
Apitos de caça chokwe e kacongo, 1950 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
Apitos de caça chokwe e kacongo Hunting whistle “kasengosengo” Madeira esculpida e patinada. Escultor chokwe e kacongo, 1950 (c.) Leste de Angola ou República Democrática do Congo. Secção de A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia […]
A Música e os dias, O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na […]
A Música e os dias, O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na […]
Tambor das festas do Espírito Santo nos Açores, 1900 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
Tambor das festas do Espírito Santo nos Açores. 1900 (c.) O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A Música e os dias. A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de […]
O Museu, muitas coisas, A Música e os dias, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A Música e os dias. As festas do Espírito Santo nos Açores. A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e […]
O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. Com este conjunto de objetos e alguns elementos de cronologia, lembramos os principais protagonistas que, desde a origem deste museu, definiram as suas linhas de ação e nele cruzam os seus percursos. Desde logo, Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Pereira (1928-2019) que, mesmo antes de haver museu, a partir do final da década de 1940, formaram o grupo de pesquisa coeso e exigente do Centro de Estudos de Etnologia. Lembramos também os investigadores do museu ou a ele associados que no […]
O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. Com este conjunto de objetos e alguns elementos de cronologia, lembramos os principais protagonistas que, desde a origem deste museu, definiram as suas linhas de ação e nele cruzam os seus percursos. Desde logo, Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Pereira (1928-2019) que, mesmo antes de haver museu, a partir do final da década de 1940, formaram o grupo de pesquisa coeso e exigente do Centro de Estudos de Etnologia. Lembramos também os investigadores do museu ou a ele associados que no […]
O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. Com este conjunto de objetos e alguns elementos de cronologia, lembramos os principais protagonistas que, desde a origem deste museu, definiram as suas linhas de ação e nele cruzam os seus percursos. Desde logo, Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Pereira (1928-2019) que, mesmo antes de haver museu, a partir do final da década de 1940, formaram o grupo de pesquisa coeso e exigente do Centro de Estudos de Etnologia. Lembramos também os investigadores do museu ou a ele associados que no […]
Máscaras Transmontanas, pelo artesão Amável Alves Antão, Museu Ibérico da Máscara e do Traje, 4 de setembro de 2021, Bragança, Portugal.
Máscaras Transmontanas, Pelo artesão Amável Alves Antão (1961-). Museu Ibérico da Máscara e do Traje, 4 de setembro de 2021. Bragança, Portugal. Durante as Festas dos Caretos, nos Rituais do Solstício de Inverno, também conhecidos por Festa dos Rapazes, ocorrem uma série de celebrações festivas cuja origem e simbologia antecedem à época da romanização, provavelmente ao período celta na Península Ibérica. As festas de inverno em Trás-os-Montes, celebram a mudança de ciclo ou a entrada de uma nova estação, fazendo sair às ruas máscaras e ritos de raízes milenares. Os enigmáticos caretos são daqueles raros exemplos de sobrevivência cultural. Personagens […]
Máscara Sogow, cabeça de macaco, 1980 (c.), etnia Ségou, Mali, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Máscara Sogow, cabeça de macaco. Etnia Ségou, Mali, Doação de Francisco Capelo, 2004. Fotografia de Victor Oliveira, 2020 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, onde se […]
Tsijibinda Ilunga, Tchokwe, 1900 (c.), Museu Nacional de Antropologia, Lisboa, Portugal.
Tsijibinda. Tshibinda ou Chibinda Ilunga. Madeira entalhada e patinada, 28 cm. Escultor Tchokwe, 1900 (c.). Recolha de António Oliveira, em 1959, em Lola, Lunda, Angola e aquisição em 1965-1966 Museu Nacional de Antropologia, Lisboa, Portugal. A figura do Tshibinda Ilunga pertence à tradição Luba, representando o ancestral masculino dos Chokwe, Tchokwe ou Quiocos, como guerreiro-caçador e, por vezes, com duas pequenas figuras nas mãos, em sinal de proteção de toda a tribo. O ancestral dos Chokwe é o herói cultural Chibinda Ilunga, lendário caçador, em princípio, Luba e que tendo casado com a rainha Lunda Lueji A’Nkonde (c. 1635- c. 1670), deram […]
Máscaras portuguesas, Benjamim Pereira, Lisboa, Junta de Investigação do Ultramar, 1973, Portugal.
Benjamim Pereira (1928-2020), Máscaras portuguesas, Lisboa, Junta de Investigação do Ultramar, 1973. Durante as Festas dos Caretos, nos Rituais do Solstício de Inverno, também conhecidos por Festa dos Rapazes, ocorrem uma série de celebrações festivas cuja origem e simbologia antecedem à época da romanização, provavelmente ao período celta na Península Ibérica. As festas de inverno em Trás-os-Montes, celebram a mudança de ciclo ou a entrada de uma nova estação, fazendo sair às ruas máscaras e ritos de raízes milenares. Os enigmáticos caretos são daqueles raros exemplos de sobrevivência cultural. Personagens com máscaras bizarras de madeira, couro e latão, além de […]
Máscara Sogow, cabeça de macaco, 1980 (c.), etnia Ségou, Mali, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Máscara Sogow, cabeça de macaco. Etnia Ségou, Mali, Doação de Francisco Capelo, 2004. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, onde se fixa, passando […]
Máscara elmo Hemba, etnia Suku, 1950 (c.), província do Uíge, Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal
Máscara elmo Hemba, Etnia Suku, província do Uíge, Angola, oferta do Museu Agrícola do Ultramar, em 1967. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, […]
Máscara portuguesa da Festa de Santo Estêvão, 1950 (c.), Grijó de Parada, Bragança, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Máscara portuguesa da Festa de Santo Estêvão. Grijó de Parada, Bragança. Adquirida aos herdeiros de Sebastião Pessanha (1892-1965), em 1967. Durante as Festas dos Caretos, nos Rituais do Solstício de Inverno, também conhecidos por Festa dos Rapazes, ocorrem uma série de celebrações festivas cuja origem e simbologia antecedem à época da romanização, provavelmente ao período celta na Península Ibérica. As festas de inverno em Trás-os-Montes, celebram a mudança de ciclo ou a entrada de uma nova estação, fazendo sair às ruas máscaras e ritos de raízes milenares. Os enigmáticos caretos são daqueles raros exemplos de sobrevivência cultural. Personagens com máscaras […]
Peças do Museu de Etnologia, 1900 a 1960, Lisboa, Portugal
Peças do Museu de Etnologia Escultura Tshibinda Ilunga, Tshokwe, 1900 (c.), Região de Lola, Angola. Recolha de António de Oliveira, em 1959 e aquisição de 1965-1966. Tabuleiro de betel, Timor, doação de Ruy Cinatti (1915-1986), 1964. Bilha do Tarrafal, 1950 (c.), ilha de Santiago, Cabo Verde, compra de Jorge Dias (1907-1973) e António Carreira (Cabo Verde, 1905-1988), 1970. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), […]
Peças do Museu de Etnologia, 1950 a 1960, Lisboa, Portugal
Peças do Museu de Etnologia Máscara portuguesa da Festa de Santo Estêvão, Grijó de Parada, Bragança. Adquirida aos herdeiros de Sebastião Pessanha (1892-1965), em 1967. Máscara elmo Hemba, Suku, província do Uíge, Angola, oferta do Museu Agrícola do Ultramar, em 1967. Buda reclinado, Mahapariniivana Sana, Myanmar, aquisição a Victor Bandeira (1931-2024), 1974. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e […]
Máscara Kalelwa de circuncisão, 1965 (c.), Tchokwe, Saurimbo (Henrique de Carvalho), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Máscara Kalelwa de circuncisão. Tchokwe, Saurimbo (Henrique de Carvalho), Angola. Adquirida, em 1967, a António Carreira (Cabo Verde, 1905-1988). As máscaras Kalelwa com figuras vagamente antropomórficas, muito estilizadas e com largo capacete, são usadas nas danças de circuncisão e utilizadas pelo dirigente das mesmas. Como cores domina geralmente o vermelho, o preto e o branco com motivos geométricos.. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), […]
Cesto Quilengues, Huíla, 1960 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Cesto Quilengues. Huíla, Angola. Adquirido, em 1965, a António Carreira (Cabo Verde, 1905-1988). Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, onde se fixa, passando […]
Urna funerária dos Marajós, 1950 (c.), proveniente do Teso (cemitério) dos Camutins, ilha de Marajó, região do Lago Ararí, Estado do Pará, Brasil.
Urna funerária dos Marajós. Recolhida no Teso (cemitério) dos Camutins, ilha de Marajó, região do Lago Ararí, Estado do Pará, Brasil. Compra a Victor Bandeira (1931-2024), 1964. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona […]
Peças do Museu de Etnologia, 1940 a 1950, Lisboa, Portugal
Peças do Museu de Etnologia Máscara de Circuncisão, Tchokwe, Saurimbo (Henrique de Carvalho), Angola. Adquirida, em 1967, a António Carreira. Cesto Quilengues, Huíla, Angola, adquirido, em 1965, a António Carreira. Urna funerária dos Marajós, recolhida no Teso (cemitério) dos Camutins, ilha de Marajó, região do Lago Ararí, Estado do Pará, Brasil. Compra a Victor Bandeira (1931-2024), 1964. Máscara Sogow, cabeça de macaco, Ségou, Mali, doação de Francisco Capelo, 2004. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano […]
Máscara Lipiko de Jorge Dias e Margot Dias, recolha de 1957-1961, Mueda, Moçambique, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Máscara Lipiko. Makonde (Moçambique). Adquirida, em 1958, por Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), no âmbito de uma pesquisa etnográfica, da Missão de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português (1957-1961) Museu Nacional de Etnologia. © DGPC/José Pessoa Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal Utilizada tradicionalmente em danças mapiko por rapazes recém-iniciados ou por homens durante as mesmas cerimónias. O complexo do mapico ou mapiko é um conjunto de crenças e atividades de natureza ritual, visando principalmente o controle social. O mapico é a figura mais importante da cultura Makonde, ou Wamakonde, que envolve uma população de cerca de […]
Máscara Lipiko de Jorge Dias e Margot Dias, recolha de 1957-1961, Mueda, Moçambique, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
Máscara Lipiko. Makonde (Moçambique). Adquirida, em 1958, por Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), no âmbito de uma pesquisa etnográfica, da Missão de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português (1957-1961) Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal Utilizada tradicionalmente em danças mapiko por rapazes recém-iniciados ou por homens durante as mesmas cerimónias. O complexo do mapico ou mapiko é um conjunto de crenças e atividades de natureza ritual, visando principalmente o controle social. O mapico é a figura mais importante da cultura Makonde, ou Wamakonde, que envolve uma população de cerca de 500 mil indivíduos, […]
Máscara hipopótamo, 1950 (c.), Bijagós da Guiné-Bissau, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
Máscara hipopótamo. A máscara de hipopótamo usada em rituais de iniciação ou de passagem para a idade adulta, faz parte, atualmente, das máscaras de eleição de dança dos jovens kabaro. Antes da saída dos novos iniciados kamabi da mata, os jovens kabaro são submetidos aos ensaios de aperfeiçoamento das coreografias de dança e fazem a primeira apresentação pública no palco etikapungnhana para a saída dos kamabi de fanado (retiro iniciático). Depois, sempre que se organizam eventos e, sob a orientação dos kamabi, os kabaro são convidados a dançar e a animar a comunidade, inclusivamente, no sentido de promoção física pessoal, […]
Peças do Museu de Etnologia, 1940 a 1950, Lisboa, Portugal
Peças do Museu de Etnologia Máscara de Lipiko. Makonde (Moçambique). Adquirida, em 1958, por Jorge Dias e Margot Dias, no âmbito de uma pesquisa etnográfica, da Missão de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português (1957-1961) Figura-relicário Nkisi, Woyo, Cabinda, coleção do Seminário das Missões do Espírito Santo, 1969 Máscara de dança dos cardadores de Ílhavo, Aveiro, doação de Sebastião Pessanha, 1964. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e […]
Benjamim Enes Pereira, 2000 (c.), Portugal
Benjamim Pereira (1928-2020) Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal Benjamim Enes Pereira nasceu em 1928, em Carreço (Viana do Castelo), distinguindo-se muito novo como bailarino de folclore e foi um dos pioneiros da investigação em etnologia e antropologia, através do seu trabalho no Centro de Estudos de Etnologia, e no futuro Museu Nacional de Etnologia, a par de Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990), Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001) e Fernando Galhano (1904-1995). Benjamim Pereira tinha completado 91 anos a 25 de dezembro de 2019, mas faleceria a 1 de fevereiro seguinte. O Museu Nacional de […]
Galerias da Vida Rural, projeto de museologia de Benjamim Enes Pereira, 1980 para 1990, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
Galerias da Vida Rural. Projeto de museologia de Benjamim Enes Pereira (1928-2020), 1980 para 1990. Benjamim Enes Pereira nasceu em 1928, em Carreço (Viana do Castelo), distinguindo-se muito novo como bailarino de folclore e foi um dos pioneiros da investigação em etnologia e antropologia, através do seu trabalho no Centro de Estudos de Etnologia e no futuro Museu Nacional de Etnologia, a par de Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990), Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001) e Fernando Galhano (1904-1995). Benjamim Pereira tinha completado 91 anos a 25 de dezembro de 2019, mas faleceria a 1 de fevereiro seguinte. Lisboa, 2025. […]
Galerias da Vida Rural, projeto de museologia de Benjamim Enes Pereira, 1980 para 1990, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
Galerias da Vida Rural. Projeto de museologia de Benjamim Enes Pereira (1928-2020), 1980 para 1990. Benjamim Enes Pereira nasceu em 1928, em Carreço (Viana do Castelo), distinguindo-se muito novo como bailarino de folclore e foi um dos pioneiros da investigação em etnologia e antropologia, através do seu trabalho no Centro de Estudos de Etnologia e no futuro Museu Nacional de Etnologia, a par de Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990), Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001) e Fernando Galhano (1904-1995). Benjamim Pereira tinha completado 91 anos a 25 de dezembro de 2019, mas faleceria a 1 de fevereiro seguinte. Lisboa, 2025. […]
Máscara vaca bruto e máscara hipopótamo, 1940 (c.), Bijagós da Guiné-Bissau, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.
Máscara vaca bruto e máscara hipopótamo. A máscara cabeça de vaca mungut ou vaca bruto, vaca e a pis berga, peixe-serra, fazem parte, atualmente, das máscaras de eleição de dança dos jovens kabaro. Antes da saída dos novos iniciados kamabi da mata, os jovens kabaro são submetidos aos ensaios de aperfeiçoamento das coreografias de dança e fazem a primeira apresentação pública no palco etikapungnhana para a saída dos kamabi de fanado (retiro iniciático). Depois, sempre que se organizam eventos e, sob a orientação dos kamabi, os kabaro são convidados a dançar e a animar a comunidade. A matéria-prima de confeção […]
