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Arquipelago de Origem:
Terceira (Açores)
Data da Peça:
1900-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
08/03/2020
Autor:
Não identificado
Chegada ao Arquipélago:
2007-02-14
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal de Angra do Heroísmo
Proprietário da Imagem:
Rui Carita
Autor da Imagem:
Rui Carita
Baixa de Angra, 1600 a 1900 (c.), Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Categorias
  • Arquitectura Civil
    • Urbanismo
  • Escultura
    • Pedra
  • Fotografia / imagem
    • Costumes
    • Paisagens rurais e urbanas
  • Personalidades
    • Artífices e populares
    • Chefes, titulares e morgados
    • Eclesiásticos e religiosos
    • Proprietários e comerciantes
Descrição
Baixa de Angra.
1600 a 1900 (c.).
Fotografia de 2006.
Centro Histórico de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores.

No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 edifícios ficaram total ou parcialmente destruídos. As freguesias mais afetadas foram Doze Ribeiras, Santa Bárbara, Serreta e Cinco Ribeiras, situadas na metade ocidental da ilha Terceira, e a freguesia do Topo, localizada na ponta oriental da ilha de São Jorge, onde atingiu intensidade máxima de VIII na Escala Macrossísmica Europeia (EMS-1998). O sismo de 1980 provocou um tsunami, felizmente, de fraca magnitude, somente detetado instrumentalmente pelos marégrafos de Angra do Heroísmo e da Horta, não provocando quaisquer danos.
A UNESCO enviara logo uma comissão à Terceira entre 23 e 31 de janeiro de 1980, 20 e poucos dias após o sismo que quase destruíra da cidade, para avaliar a destruição e, em 1981 foi apresentado o projeto de candidatura. O Centro Histórico de Angra do Heroísmo, foi classificado no dia 7 de dezembro de 1983 pela UNESCO, como Património da Humanidade, pelos critérios IV e VI: a sua importância como escala de rotas marítimas e o seu papel na aproximação das civilizações.