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Arquipelago de Origem:
Arco da Calheta
Data da Peça:
2017-02-15
Data de Publicação:
16/10/2026
Autor:
Anúncio da festa de S. Brás do Arco da Calheta, Jornal da Madeira, Funchal, 31 de janeiro de 2024, ilha da Madeira.
Chegada ao Arquipélago:
2026-10-16
Proprietário da Peça:
Paróquia de São Brás do Arco da Calheta
Proprietário da Imagem:
Sílvio Mendes/JM
Autor da Imagem:
Sílvio Mendes
Anúncio da festa de S. Brás do Arco da Calheta, Jornal da Madeira, Funchal, 31 de janeiro de 2024, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    Festa de S. Brás do Arco da Calheta.
    Anúncio do JM, Jornal da Madeira, edição de 31 de janeiro de 2024 para a festa a ocorrer a 4 de fevereiro seguinte
    As imagens em primeiro plano, no entanto, são de Nossa Senhora e o Menino, Santo Antão, Abade e São Pedro
    Fotografia de Silvio Mendes, 15 de fevereiro de 2017.
    Igreja matriz de São Brás do Arco da Calheta, ilha da Madeira.

    Cronologia de São Brás do Arco da Calheta:
    1493 - intenção de Brás Ferreira de fundar uma capela de São Brás, manifestada no seu testamento; 1520 e 1523 - novo testamento, então de João Fernandes do Arco, igualmente se intitulando fundador da capela; 1527, 9 abr. - falecimento de João Fernandes do Arco, enterrado na capela de São Brás, com uma lápide que rezava Aqui jaz João Fernandes e Beatriz de Abreu sua mulher, que foram os primeiros fundadores deste Arco; 1550 a 1560 - retábulo de São Brás e Doadores, Brás Ferreira e Mécia Vaz, da oficina do Mestre de Abrantes (provavelmente Gregório Lopes, filho); 1572, 18 jun. - alvará régio autorizando a criação de beneficiado curado com as atribuições de vigário, com um vencimento anual de 13$000 réis; 10 jul. - acrescentamento do ordenado para 11$000 réis e a nomeação de frei Pedro Delgado como primeiro pároco; 1589, 20 abr. - novo alvará acrescentando ao ordenado meio moio de trigo e um quarto de pipa de vinho; 1676, 28 dez. - alvará autorizando D. Frei António Teles (1628-1682), prelado diocesano, a criar um curato na freguesia do Arco da Calheta com o ordenado anual de 12$000 réis, um moio de trigo e uma pipa de vinho, pagos pelo terceiro beneficiado supérfluo de Câmara de Lobos; provável construção da igreja na sequência do alvará e quando passou a ter capelão privativo, pois os moradores desta zona, que antes cumpriam as obrigações religiosas na Calheta, passaram a ir à Igreja de São Brás, 1720 - primeira descrição sumária da igreja e da freguesia por Henrique Henriques de Noronha (1660-1720) in Memórias Seculares e Eclesiásticas; 1744, 30 out. - mandado do Conselho da Fazenda de 9:350$00 para a reedificação do edifício da igreja, segundo projeto de Diogo Filipe Garcês (c. 1680-1744), que foi arrematado por Cristóvão Gomes; 1754, dez. - conclusão das obras da igreja nova; 1755, 1 jan. - bênção solene do novo edifício; 1830 - construção da torre, altura em que moveu a inicial pia batismal, hoje no Museu de Arte Sacra do Funchal; 1931 - data assinalada nas pinturas da sacristia, atribuíveis a Luís António Bernes (1864-1936) ou por J. Z. N. "Cirilho"; 1950 - data no pavimento do adro. (Ficha a partir da dos MNs. de Sofia Santos, 2000)