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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
1965-08-15
Data de Publicação:
05/10/2026
Autor:
Raul Martins Perestrello (atr.)
Chegada ao Arquipélago:
2026-10-05
Proprietário da Peça:
Grupo da Boa Nova
Proprietário da Imagem:
Grupo da Boa Nova
Autor da Imagem:
Grupo da Boa Nova
Grupo Folclórico, Cultural e Recreativo da Boa Nova, São Gonçalo, primeira apresentação pública, 15 de agosto de 1965, Molhe da Pontinha do porto do Funchal, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Grupo Folclórico, Cultural e Recreativo da Boa Nova
    Apresentação oficial do chamado Grupo Adulto, quando da chegada de um grupo de excursionistas, provenientes do arquipélago das Canárias, no paquete Funchal.
    Fotografia Perestrellos, Raul Martins Perestrelo (1915-1998) (atr.), posteriormente animada, 15 de agosto de 1965.
    Molhe da Pontinha do porto do Funchal, ilha da Madeira.

    O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova foi fundado a 15 de agosto de 1965 (data da 1ª atuação do grupo), sendo os seus cofundadores: Luís da Paixão Fernandes (1915-1982), Zina Gonçalves Fernandes e Manuel Ferreira Pio (1928-1993), com sede provisória no Caminho do Terço nº 10, freguesia de Santa Maria Maior. Os Estatutos foram redigidos e apresentados para aprovação, a 20 de julho de 1965, com as respetivas rubricas e assinaturas dos fundadores, tendo a primeira apresentação pública do grupo adulto ocorrida na Pontinha a 15 ago. 1965, quando da chegada do paquete Funchal com . A 15 set. 1994 a Câmara Municipal do Funchal, deu parecer favorável ao pedido de declaração de Utilidade Pública da Instituição, reconhecido pelo Governo Regional da Madeira pela resolução nº 905/94, de 29 set. 1994, no Conselho do Governo. A 8 jul. 2005 o grupo Folclórico, Cultural e Recreativo Boa Nova registou-se como Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, remodelando os seus estatutos .Com a inauguração do Centro Cívico de Santa Maria Maior, a 18 abr. 2007, a coletividade passou a usufruir, para além da sua sede social, de um espaço feito de propósito para resguardar e expor todo o vasto património etnográfico adquirido desde do início dos anos noventa até à presente data, como Núcleo Museológico de “Arte popular”.