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Arquipelago de Origem:
Angústias (Funchal)
Data da Peça:
1970-00-00
Data de Publicação:
19/06/2026
Autor:
Henrique Moreira e José António Gonçalves
Chegada ao Arquipélago:
2026-06-19
Proprietário da Peça:
Marco Gonçalves
Proprietário da Imagem:
Marco Gonçalves
Autor da Imagem:
Não identificado
José António Gonçalves e a estátua de Colombo, Parque de Santa Catarina, Funchal, 1970 (c.), ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    José António Gonçalves e a estátua de Colombo
    (1954-2005)
    Bronze de Henrique Moreira (1890-1979), 1940, mas só inaugurado no Parque de Santa Catarina a 12 de outubro de 1968.
    Parque de Santa Catarina, Funchal, 1970 (c.).
    Coleção de Marco Gonçalves, Funchal, ilha da Madeira.

    José António de Freitas Gonçalves (S. Martinho, Funchal, 13.06.1954; idem, 30 de março de 2005), ativo jornalista do Jornal da Madeira, foi também um interessante poeta e organizador de várias antologias, pertencendo aos órgãos diretivos da Associação Portuguesa de Escritores (APE), foi presidente da Associação de Escritores da Madeira (AEM), da qual foi cofundador (1989).
    Cristóvão Colombo (Génova, cerca de 1451; Valladolid, 20 maio 1506). Em princípio, italiano e de Génova, este aventureiro aparece em Lisboa, em meados de agosto de 1476, estando na Madeira em 1478, como funcionário dos mercadores italianos da colónia lisboeta, Paulo di Negro e Spinola, e por conta da casa genovesa dos Centorione. Vivendo a partir de então entre Lisboa e a Madeira, casa em 1479 com Filipa Moniz (1455-1484), filha de Bartolomeu Perestrelo (c. 1394-1457), 1º capitão-donatário do Porto Santo e falecido já em 1457. No ano seguinte nascerá o seu único filho legítimo, Diogo Colon Moniz Perestrelo (1480-1526), provavelmente, no Porto Santo, mas não resistindo a mãe ao parto, falecendo pouco depois, mas em Lisboa. Ao serviços dos Reis Católicos, em 1492 atingiu a América, convencido que seria a Índia e, em vez de comunicar a novidade aos reis de Castela e Aragão, foi, primeiro, comunicá-la a D. João II, conferenciando com o mesmo durante 3 dias nos arredores de Almeirim e dando origem às negociações do Tratado de Tordesilhas, em 1494. Voltará ainda à Madeira, muitos anos depois, no decurso da sua 3ª viagem à América (1498). Numa página do chamado Documento Assereto, nome do investigador que o descobriu, à direita, 8ª linha a contar do cimo, é possível ler Cristoforus Columbus civis janue, ou seja cidadão de Génova, documento de um processo sobre uma quantia que supostamente não tinha recebido de Paolo di Negro, agente em Lisboa da casa comercial de Luigi Centurione e envolvendo contas de açúcar da ilha da Madeira, mas documento que continua a levantar muitas dúvidas. Diogo Colon casará com D. Maria de Toledo (c.1490-1549), sobrinha do 3.º duque de Alba,  D. Fernando Álvarez de Toledo y Pimentel (1507-1582), que haveria de falecer no Paço da Ribeira, em Lisboa. O casal terá um filho varão, Luis Colon, nascido em Santo Domingo, ao qual Carlos V concede o título de 1º. Duque de Verágua (19/1/1537) e nomeou-o 3º. Almirante das Indias.