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Arquipelago de Origem:
Lisboa (cidade)
Data da Peça:
2025-10-27
Data de Publicação:
22/05/2026
Autor:
João Miranda
Chegada ao Arquipélago:
2026-05-22
Proprietário da Peça:
Albano Bessa Monteiro
Proprietário da Imagem:
João Miranda
Autor da Imagem:
João Miranda
Jorge Freitas Branco e Albano Bessa Monteiro, Lisboa, 27 de outubro de 2025, Portugal

Categorias
    Descrição
    Jorge Freitas Branco e Albano Bessa Monteiro
    (1952-) e (1948-)
    Reunião da Comissão Regional da Dinamização da ilha da Madeira.
    Fotografia de João Tavares Miranda (1949-), 27 de outubro de 2025
    Avenida dos Estados Unidos da América, Lisboa, Portugal

    No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. As primeiras sessões de dinamização cultural na Madeira ocorreram em 28 de novembro de 1974 na Ribeira Brava e no Porto Moniz, a que se seguiu em 1 de dezembro de 1974, sessões no Jardim do Mar e na Lombada da Ponta do Sol, a 8 de dezembro, na Ponta Delgada e em São Jorge, a 15 de dezembro, no Estreito de Câmara de Lobos e no Sítio das Terças da Ponta do Sol. Ao todo fizeram-se 67 sessões de esclarecimento cobrindo quase toda a ilha da Madeira e do Porto Santo, para além das ações efetuadas em 2 operações com a instalação de forças militares na área da Referta, no Porto da Cruz, e depois, na área da Ribeira da Alforra e do Castelejo, no Estreito de Câmara de Lobos, a operação Semilha Nova, entre 18 e 22 de junho. A diocese do Funchal organizou também ações semelhantes e com a participação de um militar do M. F. A., o então aspirante e depois alferes Albano Bessa Monteiro  (1949-), na altura professor no Liceu do Funchal e, pela Diocese, o Dr. Alberto João Jardim (1943-), então diretor do Jornal da Madeira, num total de 5 Jornadas, entre 6 e 10 de janeiro de 1975, às quais assistiu sempre D. Francisco Antunes Santana  e sessões que foram todas gravadas.
    Jorge Freitas Branco (1952-). professor catedrático emérito, antropólogo e investigador integrado CRIA-Iscte, “Semilha Nova, Uma variedade de 1975. Militares e camponeses no pós-25 de Abril no arquipélago madeirense”, com. Congresso Regiões e Autonomias Insulares; Perspetivas Históricas, CEHA, Funchal, 26 a 28 nov. 2025.
    Albano Manuel Montenegro Bessa Monteiro (1948-), licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, chegara à Madeira no princípio de setembro de 1973, como aspirante miliciano da especialidade de testador psicotécnico e, como tinha preparação adequada para assegurar aulas de Filosofia e Introdução à Política, logo passou a lecionar as mesmas no Liceu do Funchal, integrando depois a equipa de Dinamização Cultural da Madeira. Voltaria depois ao continente e, como inspetor da Polícia Judiciária, foi diretor da escola daquela Polícia, sendo advogado inscrito na Ordem 1981, em exercício de atividade.
    João Manuel Amaral Tavares Miranda (1949-),  prestou serviço na Madeira dos finais de 1973 até finais de fev. 1975, quando foi transferido para o Ministério do Exército (torreão poente do Terreiro do Paço) e, logo depois do 11 de março, transitou para a CODICE, tendo participado em sessões de esclarecimento em França, de 2 a 12 de maio de 1975. Terminado o SMO trabalhou no Ministério da Justiça, primeiro na Direção Geral dos Serviços Prisionais e, quando foi criado o Instituto de Reinserção Social, integrou os respetivos quadros técnicos. Em 1990 passou a trabalhar no Banco Comercial Português, de cujos quadros se encontra atualmente reformado.