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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
2023-03-08
Data de Publicação:
18/05/2026
Autor:
Vários
Chegada ao Arquipélago:
2026-05-18
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal do Funchal
Proprietário da Imagem:
Ruben Pires
Autor da Imagem:
Ruben Pires
Entrega do Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar 1954-1975 à Câmara Municipal do Funchal, 8 de março de 2023, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    Entrega do Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar 1954-1975 à Câmara Municipal do Funchal.
    Mármore e bronze, Ricardo Veloza (1947-), 1988 e inaugurado a 26 de abril de 2003 pela Liga dos Combatentes, no jardim do bairro da Nazaré, São Martinho.
    Fotografia de Ruben Pires, 8 de março de 2023.
    Câmara Municipal do Funchal, ilha da Madeira.

    Monumento inaugurado e removido várias vezes e, entregue formalmente à Câmara do Funchal em 8 de março de 2023. “Este monumento, que foi inaugurado em 2002, tendo tido apoio financeiro da autarquia, e, primeiramente, implantado na Rua dos Estados Unidos da América, (Mata da Nazaré, sendo, depois, transferido para um espaço arrelvado, domínio público da autarquia, situado nas proximidades do RG3”, diz o município. “Com esta doação do Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar, que teve, naturalmente, o parecer favorável da comissão responsável pela sua elaboração, que inclui, entre outros, o coronel Ramiro Morna do Nascimento (1932-), coronel Gil Nunes (1940-2026), superintendente Nuno Homem da Costa, cresce assim o património escultórico do Funchal, indo ainda a Câmara do Funchal proceder à sua recuperação e manutenção”, acrescenta a autarquia em 2023.
    Em 2003, o escultor Ricardo Veloza escreveu: Desde o primeiro momento nunca foi meu propósito conceber uma peça de leitura fácil, tipo soldado de arma em punho pronto a enfrentar um adversário a abater. Seria, em meu entender, algo demasiado vulgar, senão primário e redutor, ainda mais, tratando-se de uma homenagem a combatentes, deles, mortos em defesa de causas nobres e que marcaram uma época importante da nossa história recente. Procurei criar algo dramaticamente forte em que a alma do guerreiro se funde com algo mais etéreo e profundo, representado pelo anjo, que de joelho em terra olha os céus como que implorando, que esses tais que em defesa de causas e valores, deram a vida, jamais poderão ser esquecidos. A inclusão do mármore no elemento de bronze foi propositada. O mármore é o material mais nobre com que tenho trabalhado e, fundamentalmente, porque para mim ele representa vida, vida essa que pretendo perpetuar nesta escultura, pois apesar de ele ter sido modelado sempre com a mente posta nesses que nos deixaram com as suas almas jovens plenas de sinceridade, amor à vida e transbordantes de altruísmo sempre estarão entre nós especialmente no seio das suas famílias. Dou graças a Deus por ter sido o escolhido para executar esta peça tão especial. Ricardo Veloza - Escultor.
    Cf. trabalho do coronel Ramiro Morna do Nascimento (jan. 1932-), Campanhas das Forças Armadas Portuguesas no Ultramar Português, coletânea executada por altura da inauguração do Monumento do Combatente Madeirense no Ultramar Português, Zona Militar da Madeira (policopiado), 2003-2019, ilha da Madeira