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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
2026-04-09
Data de Publicação:
Autor:
ALRAM
Chegada ao Arquipélago:
2026-05-05
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal do Funchal
Proprietário da Imagem:
Roberto Matos/ALRAM
Autor da Imagem:
Roberto Matos
Colocação de flores no Monumento aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal, Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional, homenagem de 9 de abril de 2026, Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    Colocação de flores no Monumento aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal
    Dr. Rubina Leal (1966-), presidente da Assembleia Legislativa da RAM
    Cerimónias de 9 de abril de 2026 em memória das vitimas da batalha de La Liz, ocorrida entre 7 e 29 de abril de 1918.
    Projeto do arquiteto João Moreira Rato Júnior (1860-1937), de 1935, recolocado a 1 de fevereiro de 1952
    Organização da Liga dos Combatentes, Núcleo do Funchal
    Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM.
    Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.

    Rubina Maria Branco Leal Vargas (Funchal, jun. 1966; -) é licenciada em Sociologia pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e pós-graduada em Proteção de Menores pelo Centro de Direito de Família da Faculdade de Direito de Coimbra. Iniciou a sua atividade profissional em 1989 no Instituto de Reinserção Social, sendo, em jun. 2001, chefe de gabinete do Ministro da República para a Região; em jul. 2005, vereadora à CMF; em abr. 2015, secretária regional de Inclusão e Assuntos Sociais, no XII Governo Regional da Madeira; em out. 2017, voltou a deputada na Assembleia. Na primeira reunião plenária da XV Legislatura, a 10 de abril de 2025, foi eleita para a presidência da mesa, com a confortável situação de ter sido eleita com 39 votos a favor e oito brancos, ou seja, sem qualquer voto contra, em eleição de voto secreto depositado em urna, sendo a primeira mulher presidente da assembleia legislativa da Madeira e de um órgão de governo próprio da Região, o que despertou algum interesse na comunicação social, dada a baixa presença feminina nos altos quadros de governação madeirense.
    Para este Monumento aos Mortos da I Grande Guerra foi lançada a primeira pedra em 11 nov. 1935, por ordem de Lisboa de 22 out. 1935, na então Praça Marquês de Pombal, mas com as obras da Avenida do Mar, somente em 1 de fev. 1952 e para mais junto da linha de água, se procedeu à inauguração custeada pela Câmara Municipal do Funchal. O Diário de Notícias, 1 de fevereiro de 1952, na véspera da inauguração do monumento em homenagem às vítimas da 1.ª Grande Guerra, escreve que tanto tempo depois, pensava que "deve ser o último monumento aos Mortos", mas o que vem "testemunhar que as vítimas continuam a viver na nossa recordação". Os autores de Monumentos aos Combatentes da Grande Guerra e do Ultramar da Liga dos Combatentes, Lisboa, 2013, referem que teria havido uma proposta para o monumento do escultor Francisco Franco (1885-1955), em parceria com o arquiteto João Moreira Rato Júnior (1860-1937) e que na versão de 1952, se teria optado pela proposta deste último. Nenhuma notícia da comunicação social do Funchal, entretanto, ao que tenhamos conhecimento, refere a autoria de Francisco Franco, que se radicara em Lisboa em 1934, pelo que o projeto de novembro de 1935 já deveria o daquele autor, proprietário de uma importante empresa especializada em jazigos de cemitérios, mas não só, autora, entre outras construções, da Fonte do Largo do Monte, de 1897, assinada pela oficina de António Moreira Rato & Filhos.