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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
1952-02-01
Data de Publicação:
05/05/2026
Autor:
João Moreira Rato Júnior
Chegada ao Arquipélago:
2026-05-05
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal do Funchal
Proprietário da Imagem:
Roberto Matos/ALRAM
Autor da Imagem:
Roberto Matos
Monumento aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal, arquiteto João Moreira Rato Júnior, 1935, recolocado na Avenida do Mar, a 1 de fevereiro de 1952, Funchal, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    Monumento aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal
    Projeto do arquiteto João Moreira Rato Júnior (1860-1937), de 1935, recolocado a 1 de fevereiro de 1952
    Cerimónias de 9 de abril de 2026 em memória das vitimas da batalha de La Liz, ocorrida entre 7 e 29 de abril de 1918.
    Organização da Liga dos Combatentes, Núcleo do Funchal
    Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM.
    Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.

    Para este Monumento aos Mortos da I Grande Guerra foi lançada a primeira pedra em 11 nov. 1935, por ordem de Lisboa de 22 out. 1935, na então Praça Marquês de Pombal, mas com as obras da Avenida do Mar, somente em 1 de fev. 1952 e para mais junto da linha de água, se procedeu à inauguração custeada pela Câmara Municipal do Funchal. O Diário de Notícias, 1 de fevereiro de 1952, na véspera da inauguração do monumento em homenagem às vítimas da 1.ª Grande Guerra, escreve que tanto tempo depois, pensava que "deve ser o último monumento aos Mortos", mas o que vem "testemunhar que as vítimas continuam a viver na nossa recordação". Os autores de Monumentos aos Combatentes da Grande Guerra e do Ultramar da Liga dos Combatentes, Lisboa, 2013, referem que teria havido uma proposta para o monumento do escultor Francisco Franco (1885-1955), em parceria com o arquiteto João Moreira Rato Júnior (1860-1937) e que na versão de 1952, se teria optado pela proposta deste último. Nenhuma notícia da comunicação social do Funchal, entretanto, ao que tenhamos conhecimento, refere a autoria de Francisco Franco, que se radicara em Lisboa em 1934, pelo que o projeto de novembro de 1935 já deveria o daquele autor, proprietário de uma importante empresa especializada em jazigos de cemitérios, mas não só, autora, entre outras construções, da Fonte do Largo do Monte, de 1897, assinada pela oficina de António Moreira Rato & Filhos.