Máscara Chokwe-Ganguela, 1970 (c.), Alto Cubango, Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
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Descrição
Máscara Chokwe-Ganguela
Máscara, do Alto Cubango (Angola).
Doada pelo extinto Centro de Estudos Africanos, da Faculdade de Letras da ULisboa, em 2009.
Tinha sido oferecida àquela instituição pelo Prof. Manuel Viegas Guerreiro (1912-1997), e a este, anteriormente, por um estudante ex-miliciano, que cumpriu serviço militar em Angola, por volta de 1975.
©AF-MNE / João André.
Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.
O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, onde se fixa, passando a lecionar no Instituto Superior de Estudos Ultramarinos e na Faculdade de Letras. Foi este grupo, a partir de 1962, que foi responsável pela montagem, primeiro, do Museu de Etnologia do Ultramar, mas a partir de 1965, Museu Nacional de Etnologia, construído, depois, em 1976, por coincidência, na Avenida da Ilha da Madeira, com projeto do arquiteto António Saragga Seabra (). O acervo do museu é vasto e diversificado, contando com cerca de 42.000 peças representativas de 80 países dos cinco continentes, com especial destaque para culturas africanas, asiáticas e ameríndias, bem como para a cultura tradicional portuguesa.