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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
1992-03-05
Data de Publicação:
22/12/2025
Autor:
Ricardo Velosa e Câmara Municipal do Funchal
Chegada ao Arquipélago:
2025-12-22
Proprietário da Peça:
CMF
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
Placa da praça D. Francisco Santana, inaugurada a a 5 de março de 1992, Funchal, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Placa da praça D. Francisco Santana 
    (1924-1982)
    Base da estátua de bronze do bispo do Funchal, 77 cm.; de Ricardo Velosa (1947-), 1991, inaugurada a a 5 de março de 1992.
    Fotografia de 2020.
    Praça D. Francisco Santana, Funchal, ilha da Madeira.

    D. Francisco Antunes Santana (Lisboa, 11 out. 1924; Funchal, 5 mar. 1982). Ordenado pelo cardeal D. Manuel Cerejeira (1888-1976), em 29 jun. 1948, veio a desempenhar um interessante trabalho com professor no seminário de Santarém e como pároco em várias freguesias de Lisboa. Diretor nacional do Apostolado do Mar desde 1960, veio a desempenhar funções de operário-monitor dos estaleiros da Lisnave, desde 1969, assim como inúmeras missões fora do país. Foi eleito bispo do Funchal a 18 mar. 1974, recebendo ordenação episcopal a 21 do mesmo mês, mas o pronunciamento do mês seguinte atrasou a sua deslocação para o Funchal. Faria a sua entrada solene na sé do Funchal a 12 maio 1974 e, logo nesse Verão, seria sequestrado nas instalações do seminário. Em fev. 1981 seria hospitalizado no Funchal, tendo, depois, sido operado em Londres, mas viria a falecer no paço episcopal do Funchal, a 5 mar. 1982. Neste conturbado período, a diocese do Funchal organizou também ações de dinamização cultural e esclarecimento cívico para o clero, com a participação de um militar do M. F. A., o então aspirante e depois alferes Albano Bessa Monteiro  (1949-), na altura professor no Liceu do Funchal e, pela Diocese, o Dr. Alberto João Jardim (1943-), então diretor do Jornal da Madeira, num total de 5 Jornadas, entre 6 e 10 de janeiro de 1975, às quais assistiu sempre D. Francisco Antunes Santana  e sessões que foram todas gravadas, como mandava fazer com as suas homilias, por exemplo, dada a difícil situação que se vivia. Cf. Nelson Veríssimo e José de Sainz-Trueva, Esculturas da Região Autónoma da Madeira. Inventário, DRAC, Funchal, 1996, p. 30.