Image
Arquipelago de Origem:
São Martinho (Funchal)
Data da Peça:
1975-03-01
Data de Publicação:
16/11/2025
Autor:
Comando Militar e Diário de Notícias do Funchal
Chegada ao Arquipélago:
2025-11-16
Proprietário da Peça:
ABM
Proprietário da Imagem:
ABM
Autor da Imagem:
ABM
Constituiu-se na Madeira o 1º Esquadrão de Polícia Militar, "Jornal da Madeira", Funchal, 1 de março de 1975, p. 1, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    Constituiu-se na Madeira o 1º Esquadrão de Polícia Militar
    Entrega do estandarte no GAG 2 pelo brigadeiro Carlos Azeredo (1930-2021) ao então tenente de Cavalaria Sardinha, 28 de fevereiro de 1975.
    Trata-se do estandarte da Zona Militar da Madeira e não do Esquadrão, que ainda não tinha, tendo então sido criado em coordenação com o gabinete de heráldica do Exército e sob orientação do coronel Jorge Guerreiro Vicente (1925-2017), que, entretanto, também haveria de reformular as armas da ZMM.
    Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 1 de março de 1975, p. 1.
    Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira.

    Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira várias comissões de serviço militar no antigo Estado Português da Índia, em Cabinda, em Angola e na Guiné, onde trabalhara com o general António de Spínola (1910-1996). Tendo vindo para o Funchal na sequência da manifestação de 1 de Maio 1974, depois do envio dos antigos governantes para o Brasil e com a nomeação do novo governador civil Dr. Fernando Rebelo (1919-2003), regressou ao continente, fixando-se no Porto. A situação na Madeira viria a degradar-se nos meses seguintes, havendo a perceção de que não seria possível a montagem das primeiras eleições democráticas, pedindo-se em agosto ao coronel Carlos Fabião (1930-2006), chefe do estado-maior do Exército o regresso de Azeredo, que estaria na Madeira até 1976. Depois da sua longa comissão de serviço na Madeira ainda desempenharia o lugar de chefe da casa militar do presidente da República, Dr. Mário Soares (1924-2017). Tendo-se, entretanto, reformado, passou a dedicar-se à historiografia militar do norte de Portugal, tendo editado vários títulos, assim como um autobiográfico, Trabalhos e dias de um soldado do Império, Porto, Civilização, 2004, onde aborda sumariamente a sua passagem pela Madeira. Em 1997, no entanto, ainda assumiria uma coligação do PSD e CDS para as eleições para a Câmara Municipal do Porto, mas onde sairia derrotado.