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Arquipelago de Origem:
Lisboa (cidade)
Data da Peça:
1983-00-00
Data de Publicação:
25/06/2025
Autor:
Vários
Chegada ao Arquipélago:
2025-06-25
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
A Mão que ao Ocidente o Véu Rasgou, catálogo da Armaria do polo expositivo da Torre de Belém da XVII Exposição de Arte, Ciência e Cultura, Lisboa, 1983, Portugal.

Categorias
    Descrição
    A Mão que ao Ocidente o Véu Rasgou, Armaria.
    Os Descobrimentos Portugueses e a Europa do Renascimento.
    Catálogo do polo expositivo da Torre de Belém da XVIIª Exposição de Arte, Ciência e Cultura do Conselho da Europa.
    Coleção do colecionador luso-alemão Rainer Daehnhardt (1941-), parte depois adquirida pelo Estado face a uma dívida à banca.
    Capa com morrião de crista com esfera armilar, 1550 (c.)
    Edição da Presidência do Conselho de Ministros, com coordenação técnica de Rosalina Branca da Cunha e Silva (1924-1985). Lisboa. 1983.

    Com as  complicadas negociações do tratado de adesão e da entrada de Portugal para a Comunidade Económica Europeia (CEE), configuraram-se várias iniciativas de caráter cultural, tendo a primeira sido assinalara em Lisboa com a montagem da XVII Exposição de Arte, Ciência e Cultura, em 1983, comissariada por Pedro Manuel Guedes de Passos Canavarro (1937-), embora a assinatura oficial da entrada só tenha sido assinada depois em 12 de junho de 1985. A exposição com o tema geral de Os Descobrimentos Portugueses e a Europa do Renascimento repartiu-se por 5 núcleos, mas com 7 catálogos, apresentando-se o convento da Madre de Deus  com o tema "Os antecedentes medievais dos descobrimentos", «A voz da terra ansiando pelo mar», comissariado pelo professor José Mattoso (1933-2023); a Casa dos Bicos, "O homem e a hora são um só: A Dinastia de Avis"; o Museu Nacional de Arte Antiga, com o tema "Portugal dos descobrimentos e a Europa do renascimento", "Abre-se a terra em sons e cores: as descobertas e o Renascimento, formas de coincidência e de cultura", comissariada por Maria Helena Mendes Pinto (1923-2018) e "Cumpriu-se o mar: a arte na rota do Oriente"; o mosteiro dos Jerónimos, também com dois catálogos e o tema "Cumpriu-se o Mar", "As navegações portuguesas e as suas consequências" , entregue ao almirante Avelino Teixeira da Mota (1920-1982) e que, falecido a 10 de abril daquele ano de 1982, veio a ser entregue depois ao professor Luís de Albuquerque (1917-1992); e o núcleo de armaria da Torre de Belém, "A Mão que ao Ocidente o Véu Rasgou, Armaria", do colecionador luso-alemão Rainer Daehnhardt (1941-), parte depois adquirida pelo Estado face a uma dívida à banca.