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Arquipelago de Origem:
Porto
Data da Peça:
2012-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
29/09/2023
Autor:
Francisco Simões
Chegada ao Arquipélago:
2023-09-29
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal do Porto
Proprietário da Imagem:
Câmara Municipal do Porto
Autor da Imagem:
Câmara Municipal do Porto
Amor de Perdição, Camilo Castelo Branco, bronze de Francisco Simões, 2012 (c.), Porto, Portugal.

Categorias
    Descrição
    Amor de Perdição, Camilo Castelo Branco.
    (1825-1890)
    Bronze de Francisco Simões (1946-), 2012 (c.)
    Oferta do Autor e inaugurada ainda em 2012.
    Fotografia de 2023, quando uma petição colocou em causa a figuração, dentro das questões de género, acusando-a de mau gosto e pedindo a sua retirada, entretanto, adiada com a desculpa de ser uma doação do Escultor.
    Largo Amor de Perdição, parte do antigo Largo dos Mártires da Pátria, Porto, Portugal.

    Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre 1967 e 1968, esteve em Itália e em França, como bolseiro. Radicado na Madeira, em 1973, veio a ocupar o lugar de professor da Escola Secundária da Ribeira Brava e na comissão diretiva do Museu da Quinta das Cruzes. Concluiu o curso de Escultura, em 1974, na então Academia de Música e Belas Artes da Madeira, mas teve de abandonar a Madeira um ano e pouco depois, na sequência da conturbada situação regional após o 25 de Abril de 1974. Veio então a desenvolver uma interessante carreira como artista plástico e ilustrador, tendo começado por assinar alguns trabalhos de pintura como Francisco de Almada e reservando o apelido de Simões para a escultura. Como escultor "O autor considera-se um descendente dos escultores da escola de Mafra e das suas técnicas manuais de dar vida à pedra. Na época da mecanização recusa o facilitismo destes processos, preferindo o moldar cuidado de cada centímetro de pedra por processos manuais. O resultado final é esplendoroso, os brilhos dos mármores são potenciados libertando a sua beleza escondida" (Texto do Metropolitano de Lisboa).