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Arquipelago de Origem:
Bijagós
Data da Peça:
1890-00-00
Data de Publicação:
08/05/2021
Autor:
Escultor Bidyogo, Bidjogo ou Bijagó
Chegada ao Arquipélago:
2021-05-08
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Chez Pousse-Cornet OVV (M. Njiensi), Blois
Autor da Imagem:
Chez Pousse-Cornet OVV (M. Njiensi), Blois
Figura de ancestral feminino Bijagó, Irã ou Iran (Grande Espírito), 1890 (c.), Bidyogo, Bidjogo ou Bijagó, arquipélago dos Bijagós, Guiné-Bissau

Categorias
    Descrição
    Figura de ancestral feminino Bijagó, dada como Irã ou Iran (Grande Espírito).
    Madeira esculpida patinada, 12 cm.
    Escultor Bidyogo, Bidjogo ou Bijagó, Guiné-Bissau, 1890 (c.)
    Proveniente de uma coleção colonial portuguesa, passou por várias outras, até à de Jean-Louis Capuano, em Lannion.
    Leilão chez Pousse-Cornet OVV (M. Njiensi), Blois, França, 14 de dezembro de 2020, avaliada entre 4.000 e 6.000 euros.

    Objeto cultual, de que o mais antigo recolhido parece ser o da Museu da Sociedade de Geografia de Lisboa, de 1880 (c.), que contém energia sagrada e ao qual toda a aldeia presta homenagem. Aparece também referido como o “Remédio do Espírito”, que serve de intermediário entre os vivos e os seus antepassados. Os Irãs Grandes, chamados Irãs do Chão, são os mais poderosos da tabanca. Para além da forma humana, eles podem assumir outras formas. Em princípio, os Irãs Grandes devem estar na chamada «baloba dos defuntos», que é o santuário das mulheres; mas, devido aos frequentes roubos das representações, atualmente esses Irãs são colocados nas casas dos régulos, onde estão em maior segurança.