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Arquipelago de Origem:
Lisboa (cidade)
Data da Peça:
1930-07-30
Data de Publicação:
28/05/2020
Autor:
Oliveira Salazar e outros
Chegada ao Arquipélago:
2020-05-28
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
O Estado Novo, União Nacional, Tudo pela Nação, nada contra a Nação, discurso de Oliveira Salazar a 30 de julho de 1930, Lisboa, Imprensa Nacional de Lisboa, 1933, Portugal

Categorias
    Descrição
    Dr. Oliveira Salazar, O Estado Novo, União Nacional, Tudo pela Nação, nada contra a Nação,
    Lisboa, Imprensa Nacional de Lisboa, maio de 1933, Portugal

    Discurso do professor Doutor Oliveira Salazar (1889-1970) de 30 de julho de 1930, com os Estatutos da União Nacional, a Constituição Política da República Portuguesa de 1933 e o Acto Colonial, tal como uma introdução intitulada «Duas palavras» da responsabilidade da Comissão Central da União Nacional. Este partido único foi aprovado pelo Decreto nº 21608 de 20 de agosto de 1932, a Constituição de 22 de fevereiro de 1933, foi plebiscitada a 19 de março e entrou em vigor a 11 de abril de 1933, e o Acto Colonial, conforme o Decreto-lei nº 22465 de 11 de abril de 1933. António de Oliveira Salazar (Santa Comba Dão, 28 abr. 1889; Lisboa, 27 jul. 1970). Iniciou o seu percurso político na Universidade de Coimbra, vindo do antigo Seminário de Viseu, onde estivera 8 anos, licenciando-se em Direito em 1914, com 19 valores e se doutorou, em 1918. Entretanto participara ativamente no Centro Académico de Democracia Cristã, com José Nosolini, Mário de Figueiredo, Juvenal de Araújo, Manuel Gonçalves Cerejeira e outros. Em 1925 e a convite de Juvenal de Araújo e de Quirino de Jesus, estava na Madeira com Mário de Figueiredo. Iniciou-se quando foi Ministro das Finanças por 13 dias, com Mendes Cabeçadas e o general Gomes da Costa, em 1926, retirando-se para Coimbra. Regressaria por convite do coronel Vicente de Freitas, também como ministro das Finanças, entre 1928 e 1932, procedendo ao saneamento das finanças públicas portuguesas e montando o Estado Novo, que dirigiu com mão de ferro, como ditador, durante mais de 40 anos. A 3 ago. 1968 sofreria um acidente no forte de São João do Estoril, que, somente a 4 set. o parece ter afetado, altura em que foi hospitalizado. Foi afastado por incapacidade a 7 set. 1968 e substituído por Marcello Caetano (1906-1980), embora e até ao seu falecimento, em 1970, em princípio, nunca o tenha sabido.