Image
Arquipelago de Origem:
Ilha de Moçambique
Data da Peça:
1950-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
20200204
Autor:
José Teixeira
Chegada ao Arquipélago:
2020-02-03 00:00:00
Proprietário da Peça:
Ilha de Moçambique
Proprietário da Imagem:
Delagoa Bay
Autor da Imagem:
Delagoa Bay
Fortaleza de São Sebastião da Ilha de Moçambique, 1558 a 1600 e seguintes, fotografia aérea de 1950 (c.), Moçambique

Categorias
  • Arquitectura Civil
    • Equipamento urbano e rural
    • Urbanismo
  • Arquitectura e Engenharia Militares
    • Abaluartada
  • Documentos
    • Fotografia
  • Escultura
    • Outros Materiais
    • Pedra
  • Fotografia / imagem
    • Costumes
    • Paisagens rurais e urbanas
  • Personalidades
    • Artífices e populares
    • Engenheiros e arquitectos
    • Fotógrafos
    • Mestres de obras reais e outros
    • Vice-reis, governadores e capitães
Descrição
Fortaleza de São Sebastião da Ilha de Moçambique.
Vários, 1558 a 1600 e seguintes.
Fotografia aérea de José Teixeira, 1950 (c.), Delagoa Bay.
Ilha de Moçambique, Moçambique.

A primeira fortaleza iniciou-se em 1508 com madeiras locais e alguma pouca pedra existente, sendo então uma torre de três sobrados e uma pequena muralha à volta, com torres nos cantos, protegendo a pequena capela depois devotada a Nossa Senhora do Baluarte (1522).
A fortaleza seguinte, sob a evocação de São Sebastião foi levantada segundo uma planta, bastante discutido em Lisboa, enviada em 1546 pelo mestre das fortificações do reino, Miguel de Arruda e trazida para a Índia pelo mestre Francisco Pires. Pelas linhas gerais que lhe conhecemos e pelo cuidado colocado na posição da sua cisterna, foi inspirada na fortaleza de Mazagão, de 1541, onde igualmente também trabalhou Miguel de Arruda e antecipa o que iria depois desenhar em 1553 para São Julião da Barra. Trata-se de uma das três maiores fortalezas do renascimento português e célebres pela amplitude das suas cisternas. A grande fortaleza de São Sebastião foi levantada, no entanto, somente a partir de 1558, quando era vice-rei D. Constantino de Bragança. Os trabalhos começaram assim em 1558 e dada a monumentalidade da obra arrastaram-se por duas décadas. A fortaleza apresenta planta quase regular com quatro baluartes, um dos quais bastante mais agudo e com lanços de muralhas com cerca de 100 metros.