Riquexós da Ilha de Moçambique, 1950 (c.), museu do palácio de São da Paulo da ilha de Moçambique
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Descrição
Riquexós da Ilha de Moçambique.
Madeira aparelhada e pintada de mestre local com aproveitamento de outros materiais, 1950 (c.).
Fotografia de Basilio Muhate, 2017.
Antigo colégio dos jesuítas de São Paulo da ilha de Moçambique e depois do palácio dos Capitães-Generais ou Palácio de São Paulo.
Arcadas do museu do palácio de São Paulo da ilha de Moçambique
No Largo de São Paulo situa-se o Palácio dos Capitães-Generais, também conhecido como Palácio de S. Paulo ou Palácio do Governador. Construído por volta de 1610 para Colégio da Companhia de Jesus, na ilha desde 1600 (c.), na área da antiga Torre de São Gabriel, foi destruído por um incendio em 1670 e reconstruído em 1674. Com a expulsão dos jesuítas, o colégio foi cedido em 1759 para residência do Governador Geral e transformado para tal por 1763, funções que manteve até 1898 quando a capital da então colónia passou a ser Lourenço Marques (atual Maputo). Passou depois a ser residência do governador do distrito de Moçambique, até 1935, altura em que a capital do distrito foi mudada para Nampula. Entrou depois em decadência, embora, em 1956 recebesse o presidente de Portugal, Francisco Higino Craveiro Lopes (1894-1964) e, depois, ministros e outros visitantes ilustres. Atualmente no palácio funcionam dois museus: no rés-do-chão é o Museu da Marinha e no 1º andar (antiga residência) o Museu-Palácio de S. Paulo (artes decorativas), neste se encontra exposta, entre outros núcleos de interesse, uma coleção de mobiliário indo-português.