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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
1890-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
20131203
Autor:
Mestre local
Chegada ao Arquipélago:
2013-12-02 00:00:00
Proprietário da Peça:
Comunidade Anglicana
Proprietário da Imagem:
José Lemos Silva
Autor da Imagem:
José Lemos Silva
Portão do Cemitério Britânico, 1890 (c.), Rua da Carreira, Funchal, ilha da Madeira

Categorias
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Descrição
Portão do Cemitério Britânico.
Cemitério Inglês, Burial Garden.
Construção de cerca de 1890, data de reformulação da Rua da Carreira.
Fotografia de José Lemos Silva, 26 de Junho de 2010.
Rua da Carreira, Funchal, ilha da Madeira.

Cronologia
1689 - queixa do reverendo anglicano John Ovington da forma como eram tratados os cadáveres dos protestantes "lançados ao mar e entregues às ondas"; 1760 - início das diligências da comunidade anglicana, junto de D. José I, em Lisboa, para a autorização de levantar um cemitério no Funchal; 1761, 3 Jan. - carta do Marquês de Pombal ao governador José Correia de Sá a esse respeito, informando que o rei autorizara a petição da colónia britânica "de comprarem um terreno e fazerem um cemitério", devendo o governador autorizar a aquisição, "fora da cidade, de um pedaço de terra, que for suficiente, para poderem dar sepultura aos seus naturais, na mesma forma que se pratica nesta Corte"; 1765 - início das diligências no Funchal; 1777, 13 Mai. - instrumento de compra a D. Antónia Rosa Tavares de um terreno fora das muralhas da cidade e junto a São Paulo, sendo procurador o padre José Joaquim Teixeira, do Estreito de Câmara de Lobos; 13 Mai. - posse do terreno; 1778, 14 Mar. - registo na Câmara Municipal do Funchal; 1806 - data da mais antiga pedra de armas tumular, do comerciante James Murdoc; 1808 - criação de um talhão militar para enterramento dos militares britânicos da força estacionada na Madeira; 1816 - data da pedra de armas tumular do comerciante Thomas Holloway; 1830 - data da pedra de armas tumular do cônsul dos Estados Unidos, Stuart Jackson; 1852 - ampliação do cemitério; 1885 - último enterro na parte antiga, junto ao L. Ribeiro Real e actual R. 5 de Junho; 1888, 20 Jul. - falecimento na Quinta Lambert, actual Vigia, do médico e cientista Paul Wilhem Heinrich Langerhans, enterrado depois no cemitério britânico; 1889 / 1890 - cedência à Câmara do espaço hoje ocupado pelo L. Ribeiro Real e R. 5 de Junho e ampliação do cemitério, com a construção de um importante portal no interior, passagem do antigo para as margens da Ribeira de São João e construção da capela mortuária; 1988 - homenagem a Paul Langerhans, com colocação de um baixo-relevo no cemitério, assinado e datado: "Dorta, 88".