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Ilha
Mascate

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A baía de Mascate foi conquistada por Afonso de Albuquerque, em 1507 e a fortaleza mandada construir por D. Afonso de Noronha, em 1552, para apoiar a de Ormuz, mas ainda nesse ano seria destruída pelos turcos. As obras tinham então sido dirigidas pelo capitão João de Lisboa e o conjunto foi depois defendido por Rui Freire de Andrade. Novamente reconstruída, entre 1559 e 1560, então muito provavelmente pelo arquitecto de Óbidos, Inofre de Carvalho, altura em que se reformularam o forte Mirami, corruptela de Almirante e o de Jalali, ou de São João, enquadrando os pontos mais altos da baía, fortificações que voltariam a ser conquistadas e parcialmente destruídas em 1581. Novamente reconquistada, em 1588 o governador Manuel de Sousa Coutinho ordenou a reconstrução do conjunto fortificado, desempenhando um importante papel Belchior Calaça. Em 1590 ainda seria objecto de uma reformulação pelo arquitecto-mor João Baptista Cairato, assim como entre 1623 e 1626 toda a cerca seria mais uma vez reformulada. A Fortaleza de Mascate do álbum de São Julião da Barra parece o original da versão do atlas do Rio de Janeiro, onde não aparecem as indicações dos quarteirões a tinta vermelha. A inicial fortaleza foi conquistada por Afonso de Albuquerque, em 1507 e tendo em 1552, o capitão João de Lisboa iniciado obras na mesma. A fortaleza aqui apresentada teria sido a reformulada entre 1559 e 1560 por Inofre de Carvalho e depois ainda fundada por Belchior Calaça, em 1588, por ordem do governador Manuel de Sousa Coutinho. A versão deste desenho deve corresponder ainda aos trabalhos do engenheiro João Baptista Cairato, em 1590, altura em que teriam sido colocadas as pedras de armas indicadas. A versão de Pedro Barreto de Resende é francamente posterior, registando já a cintura exterior de muralhas com quatro baluartes edificada entre 1623 e 1626. O conjunto era bastante complexo, com vários baluartes dispostos pelo acidentado terreno a defenderem a baía e com uma muralha a defender a povoação, tendo Mascate sido classificados como "um dos casos mais perfeitos do génio da arquitectura portuguesa" (Brandão, 1991, trans. Moreira, 1994). A queda de Mascate em Janeiro de 1650 arrastou a queda das restantes posições portuguesas no Golfo. Moreira, Rafael, "Inofre de Carvalho, a Renaissance architect in the Gulf", in M. Kervran, Bahrain in the 16 th Century, Manana, Bahrein, 1988; Brandão, A. Pereira, A Aventura Portuguesa, Lisboa, 1991;

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