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  UMa - CET Património Cultural - História da Arte e do Património

     História da Arte e do Património

Articulação do Programa

HISTÓRIA DA ARTE E DO PATRIMÓNIO

Programa SET 2011

1. Apresentação do programa e da bibliografia on-line. Justificação de periodização do programa. Relações institucionais Professor-Tutor / Aluno(s). Sistema de avaliação.

2. A articulação geral arte / cultura, cultura popular e erudita, história, património e política institucional. A Língua e a formação da cultura; História, Memória, Património e Identidade(s).

3. A História da Arte: Tentativa de Periodização. As artes na Pré-História. As culturas antigas e clássicas. Os 1ºs. programas globais. Os grandes períodos tradicionais da História da Arte.

4. Da Arte Pagã à Arte Cristã: Formação de uma nova linguagem.

5. A desagregação do Império Romano e a diluição dos valores clássicos. As artes visigótica, asturiana e moçárabe. O nascimento de Portugal.

6. O Mundo Islâmico: Elementos para a História da Arte e do Património do Islamismo. As práticas da escrita, da carpintaria de alfarje e dos revestimentos cerâmicos vidrados.

7. As vias de penetração do Românico e as linhas gerais da sua evolução. Relação com a Reconquista.

8. O Gótico. A divulgação da estética gótica e o processo de unificação do território nacional. A arquitectura cisterciense. A confirmação da nacionalidade e o ciclo batalhino.

9. A arquitectura religiosa, civil e militar entre o Românico e o Gótico. A pintura, a escultura e as artes decorativas. Elementos de Arquitectura. Os programas iconográficos da Igreja Cristã.

10. O Renascimento. O Quattrocento - a invenção da perspectiva central, a crescente importância da personalidade artística e do mecenato, o exemplo da Antiguidade. A pintura e a escultura deste período. O vocabulário e as inovações estruturais na arquitectura.

11. O papel da Flandres. Valores tácteis e exploração da luz na pintura flamenga. As primeiras formas de reprodutibilidade técnica. Imprensa e gravura. A passagem do fresco ao óleo; os suportes de madeira; dípticos, trípticos e polípticos; o mobiliário.

12. O Portugal Visigótico do Norte e o Mudéjar do Sul; A «Península dos três monoteísmos». A formação da identidade histórica e cultural das Ilhas Atlânticas. Os moçárabes e os mudéjares.

13. A Madeira dos séculos XV/XVI. A safra açucareira e o manuelino na Madeira. A influência da Flandres e da Itália. A reformulação do Funchal no tempo de D. Manuel: arquitectura, pintura, escultura e artes decorativas.

14. Introdução à Heráldica: os reis-de-armas e as armas novas da época de D. Manuel. Elementos heráldicos reais, familiares e religiosos. A longa duração da Heráldica.

15. A construção da sociedade madeirense: a organização económica, camarária e religiosa; as matrizes de freguesia, os conventos e as capelas privadas. A arquitectura urbana e a popular.

16. A disputa do mare clausum de Tordezilhas e a crise dos meados do século XVI. A reorganização Filipina no quadro do império unido Portugal-Castela. A arquitectura militar da Época Moderna: o aparecimento e desenvolvimento da artilharia; dos castelos medievais às fortalezas do renascimento.

17. As novas directivas do Concílio de Trento e o desenvolvimento da Companhia de Jesus; os novos caminhos do Maneirismo e do Proto-Barroco na arquitectura, talha e escultura, ourivesaria, pintura e azulejos. As oficinas de ourivesaria e de talha do Funchal.

18. A percepção do Outro; As grandes viagens dos séculos XV e XVI. A circulação das obras de arte: cultura e aculturação. As artes da América antes de Colombo; Oriente e Extremo-Oriente. O indo-português; sino-português; namban.

19. A divulgação da porcelana chinesa e a sua influência sobre o azulejo e demais faiança. Das produções Ming à porcelana de encomenda europeia dita Companhia das Índias.

20. As confrarias religiosas. Organização e acervos; devoções e funções; as Misericórdias.

21. O conceito do Barroco como obra total. A projecção do poder régio e da igreja católica. A arquitectura urbana da Madeira na época áurea do vinho. A talha das oficinas de Manuel Pereira de Almeida e Julião Ferreira.

22. O Rococó internacional e a sua influência nas artes decorativas.

23. O tremor de terra de 1748 e a tímida introdução da arquitectura barroca e rococó na Ilha da Madeira. De Domingos Rodrigues Martins a António Vila Vicêncio. A talha de Estêvão Teixeira de Nóbrega e as oficinas de pintura de José António da Costa e de Nicolau Ferreira.

24. Neoclassicismo. Persistências do Barroco e reposição do gosto clássico: a reconstrução de Lisboa no quadro de um império e do iluminismo internacional. As ciências no quadro de um império ultramarino. As obras da Ajuda.

25. O império marítimo inglês e a importância da Madeira: da Revolução Francesa ao Liberalismo. As invasões inglesas. Paulo Dias de Almeida e o brigadeiro Oudinot. A nova Cidade das Angústias. A oficina de Leonardo Rocha e de João José Nascimento.

26. O nascimento do Turismo e a pintura de viagem; do óleo à aguarela e da aguarela à litografia. A divulgação dos álbuns de viagem.

27. Romantismo. A reacção contra o academismo. A paisagem romântica. A renovação dos géneros estabelecidos. A arquitectura. Dos revivalismos e a introdução de novas formas e materiais. Pintura e escultura.

28. Naturalismo. A formação parisiense. A pintura de ar livre. Ilustração e caricatura. Escultura: a proliferação de espaços públicos. Fim de Século. Arte Nova e Simbolismo.

29. A Madeira e a Fotografia; os primeiros fotógrafos e ateliers; As indústrias do Turismo: Bordado, Embutidos, Vimes, Fotografia e Bilhetes-postais.

30. A nova descoberta da África. Da etnografia à antropologia: o problema da Arte Negra Africana.

31. Da euforia da implantação da República às crises da 1ª Grande Guerra. Os anglófonos e os germanófilos. O plano de Ventura Terra.

32. Os irmãos Henrique e Francisco Franco e a introdução do Modernismo Internacional.

33. A implantação do Estado Novo. Da Revolta da Madeira à era Fernão de Ornelas. A imagem da Madeira de Max Römer.

34. A Era Fernão Ornelas e a reforma do Funchal. A Arquitectura Estado Novo dito Português Suave. A arquitectura modernista no quadro do Estado Novo.

35. A idade de ouro do crescimento económico mundial: a Era do Turismo. Os desequilíbrios da década de 70 e a implantação das Regiões Autónomas.

36. Era do Património, dos Museus, das fundações, das associações não governamentais e da biodiversidade. Os lugares da memória.

37. Mitos, Representações e Imaginário.

38. Revisões Finais e Avaliações.


Bibliografia

A fornecer on-line


Carga Horária

120 horas




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