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  UMa - ERL - Arte e Cultura Regionais - Aula Nº.5

     Arte e Cultura Regionais
A centralização régia de D. João V e D. José

Resumo

A Madeira nos meados e finais do século XVIII

1. Antecedentes.
A progressiva dependência do Brasil e o papel dos madeirenses;
Os engenhos de açúcar e João Fernandes Vieira, governador de Pernambuco e de Angola;

2. A centralização régia de D. João V e D. José

O quadro geral dos inícios do século XVIII
A recessão económica e as novas rotas de comércio: o Mar do Norte e o Báltico;
A ascensão da burguesia e a colonização da América Latina e do Norte;
A Europa e nas guerras de sucessão de Espanha (1701-14) e Áustria (1740-48), dos Sete Anos (1756-63) e da Independência da América (1775-83).

3. O enquadramento do arquipélago da Madeira
A reforma das capitanias da época do marquês de Pombal; a capitania do Porto Santo; a reforma da fazenda e da Erário Público: a Junta da Real fazenda do Funchal.
A extinção da Companhia de Jesus e a reforma das confrarias e dos conventos.
O tremor de terra de 1748 e a tímida introdução da arquitectura barroca na Ilha. Os governadores-gerais e o bispo D. João do Nascimento. Os mestres das obras reais e o controlo dos custos pela fazenda régia. Das obras públicas às artes decorativas.
A formação dos mestres-de-obras reais e a passagem a capitão de infantaria com ofício de engenheiro.
O processo da igreja matriz de São Jorge. Arquitectura e artes decorativas; o problema do retábulo de talha e do painel do camarim.
Estudo de Caso: A construção do edifício do Cabido e do paço Episcopal do Funchal.
Os mestres das obras reais: de Domingos Rodrigues Martins a António Vila Vicêncio. O novo programa de obras do barroco / rococó.
Santa Maria Maior (antiga igreja de Santiago Maior) e São Brás do Arco da Calheta. A capela da Conceição da Rua da Carreira e o palácio Carvalhal-Albuquerque (CMF).
O Rococó / Neoclássico na Arquitectura: o caso da construção de Nossa Senhora do Monte e da matriz de Santo António no Funchal.

4. Os governadores e capitães generais da 2.ª metade do século XVIII
Os governadores conde de São Miguel e a capela de São João da Ribeira e João António de Sá Pereira (futuro barão de Alverca) e a instituição do Iluminismo na Madeira. A figura tutelar do Marquês de Pombal, tio do governador. Os problemas do governador.
As lojas maçónicas na Madeira: as primeiras do espaço português. Condicionantes e consequências. As lutas dos governadores e dos bispos e a passividade do Marquês de Pombal em Lisboa (maçon ?).
As grandes famílias da Madeira: D. Guiomar Madalena de Sá Vilhena, a matriarca. A antiga quinta das Angústias, o palácio da Rua do Castanheiro e a confraria de São José da sé do Funchal.
A Casa de D. Guiomar e os ingleses: a construção do edifício do Largo da Sé.
O caso do Silvestre Pestana e os marinheiros ingleses: a carta para Pina Manique e para o padre Martinho de Melo e Castro.

5. As Artes Decorativas na Madeira nos finais do século XVIII:
A Real Academia da História e Henrique Henriques de Noronha; os poetas gongóricos da Madeira.
A reforma do ensino da época pombalina
Francisco Álvares de Nóbrega e os finais do século XVIII e Francisco Manuel de Oliveira

A música do mestre de capela da Sé, João Pereira da Costa e os Concertos de Guitarra e dos Concertos Grossos, editados em Londres pelo irmão de D. Guiomar.
A talha rococó de Estêvão Teixeira de Nóbrega e a neo-clássica dos seus seguidores;
As oficinas de pintura de José António da Costa e de Nicolau Ferreira - primeira oficina de cavalete.


Bibliografia

História da Madeira, CD, 2008 A exposição do Palácio da Ajuda, em Lisboa, Novembro de 2009


Data de Início: 2009-11-11

Data de Fim: 2009-11-11
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