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  UMa - ERL - Arte e Cultura Regionais - Aula Nº.4

     Arte e Cultura Regionais
A Madeira nos séculos XVII e XVIII

Resumo

1. A crise do Império Filipino dos inícios do século XVII


A visita de Filipe III em 1619 a Lisboa e os problemas levantados; A tentativa de reorganização do conde-duque de Olivares com a tentativa de uniformização dos reinos ibéricos e a formação das Espanhas.

As posições portuguesas: a sedição de Évora (1632). A indecisão do duque de Bragança e a posição dos fidalgos portugueses e de D. Luísa de Gusmão (Medina-Sidónia).

A afirmação da Nacionalidade e a Literatura de Resistência: de Manuel Tomás (poema del Angelico Doutor S. Tomás, em castelhano, Lisboa, 1626) ao padre e depois cónego D. António Veloso de Lira, que combateu no Terço da Universidade.

A Madeira do tempo do bravo D. Jerónimo Fernando (tetraneto de D. Duarte, bispo de 1617, fal. 1650), 30 anos no Funchal e 3 vezes como governador e capitão general.

A economia da Madeira; das terras de pão e de cana à produção vinícola. Antecedentes e novas formas de produção e mercados.

A posição dos mesteres da câmara do Funchal (o donativo de 1637).

2. A arquitectura de poderes do Antigo Regime.

Órgãos e instituições: governador e corregedor; bispo, cabido e paróquias; câmaras; e alfândega.
A importância crescente da câmara do Funchal, cabeça (capital) da Ilha.
As pobres câmaras da Calheta, Ponta do Sol, Santa Cruz, Machico e Porto Santo.
A centralização do poder régio no século XVIII. O controlo das obras, das verbas e dos gastos.
A alfândega do Funchal e o mestre das obras reais. O fim da figura do mestre das obras reais dos séculos XVI e XVII. O novo mestre das obras reais e capitão com serviço de engenheiro.
Os governadores depois de Duarte Sodré Pereira (1704-1710), fidalgo e mercador. Os mercadores-fidalgos e os mercadores estrangeiros. A arrogância dos mercadores ingleses
O inventário de bens do capitão-cabo Pedro de Faria e Abreu.
O conde de São Miguel e a sua ligação aos Açores; o futuro conde da Ega, depois vice-rei da Índia.
A circulação da nobreza de corte no quadro do Império.

3. A cidade do vinho e dos novos mercadores internacionais. As campanhas de obras do século XVII / XVIII .

A nova articulação do solar urbano: lojas, áreas de serviços, andar nobre, torre de ver-o-mar e logradouros.

A estrutura de arcos sem imposta no andar térreo. As varandas de ferro, os tapa-sóis, as persianas fasquiadas e os lambrequins (sés. XVIII / XIX). As varandas abertas da torre de estrutura em madeira.


Data de Início: 2009-11-04

Data de Fim: 2009-11-04
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