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  UMa - ERL - Arte e Cultura Regionais - Aula Nº.3

     Arte e Cultura Regionais
A disputa do mare clausum de Tordezilhas e a crise dos meados do século XVI.

Resumo

1. O Tratado de Tordesilhas e o sancionamento papal: consequências internacionais.
Antecedentes: Colombo, a Madeira e a descoberta da América. Os trabalhos científicos em Cabo Verde a partir da Madeira e o possível reconhecimento do Brasil; o caso do plano de fortificação do Funchal;
A efectivação do mare clausum e a disputa do rei Francisco I de França: o testamento de Adão ?
2. A guerra no mar: da pequena pirataria ao grande corso.
O caso do navio biscainho de 1528 e o pedido de fortificação do Funchal.
A construção da fortaleza joanina do Funchal: 1540.
3. O advento do protestantismo e a posição ibérica no Concílio de Trento; a recepção das determinações em Portugal com o cardeal infante D. Henrique.
A Companhia de Jesus como interlocutor privilegiado de toda a situação.
4. O saque do Funchal de 1566
Os problemas internos da França e o saque de Montluc ao Funchal de 1566. A tentativa gorada de instalação.
O apoio de Castela: as ordens de Filipe II em relação ao saque do Funchal: D. Francés de Alava e a prisão de Gaspar Caldeira.
Os novos planos de fortificação da época sebástica. A guerra de corso nos mares da Madeira e as cartas de D. Sebastião.
5. A fortificação do Funchal e o mestre Mateus Fernandes.
A circulação dos fortificadores italianos nos impérios português e castelhano desde D. João III (Diogo de Torralva ?, Pompeu Arditti, Tomás Bendito, Filipe Terzio, Leonardo Turriano, etc.). O projecto para o Funchal (1567) e a proposta de Lisboa (1572). O início das obras e o ponto de situação em 1575.
6. A ascensão dos Câmara na corte de Lisboa. A posição de Simão Gonçalves o Magnífico e a embaixada ao papa ? A fuga para Castela e o retiro em Matosinhos.
A posição dos Câmaras com perante D. Sebastião: os padres jesuítas Martim e Luís Gonçalves da Câmara e o título de conde da Calheta para o 5.º capitão do Funchal.
Os outros: D. Sebastião de Morais, 1.º bispo do Japão, padre Manuel Álvares, autor da gramática latina, padre Leão Henriques, geral dos jesuítas, Fr. Remígio, geral de Alcobaça (nascido João de Freitas, em Santa Cruz); etc.
7. A Madeira perante a crise dinástica. As diferenças entre os Açores e a Madeira. Economia e ideologia. A recepção a D. António da Costa na Madeira.
A posição do cardeal D. Henrique e a afirmação oficial da bastardia de D. António, prior do Crato; a posição de D. Joana de Eça e dos Câmaras, ligados ao infante D. Luís. As forças internacionais e os interesses em questão: a Inglaterra e a França e os seus interesses ultramarinos: a partilha do império português.
8. Filipe II e o império unido de Portugal e Castela.
A posição de Filipe II perante os Estados Gerais de Tomar a 16 de Abril de 1581. Causas e consequências; circulação económica dos portugueses; Lisboa como cidade possível capital do império unido Portugal / Castela.
A defesa do Oriente e do Brasil e os bandeirantes / versus jesuítas; da faixa de Tordesilhas a 1/3 da América do Sul.
A procura de um chefe para a Madeira (morte dos capitães do Funchal a 4 MAR e 4 JUN 1580) e a nomeação do conde de Lançarote, D. Agostinho de Herrera, enquanto se resolvia a situação de Tristão Vaz da Veiga;
A nomeação do encarregado das coisas da guerra, o desembargador João Leitão e a passagem de embarcações francesas (dez velas) pelo Porto Santo: chegada do conde de Lançarote, com forças das Canárias; As primeiras medidas de segurança.
9. A posição da câmara do Funchal perante Filipe II
Os procuradores enviados a Lisboa: João Rodrigues Mondragão e Martim Mendes de Vasconcelos.
O assalto aos dinheiros da fortificação pela CMF; o descrédito de Mateus Fernandes III. A chegada de D. João de Aranda e depois de D. António de Herédia: a necessidade do forte do Pico das Freiras (Frias, Rádio e São João).
O motim de 1583. A carestia da vida e a falta de pagamento dos soldados. D. Francisco Espinosa sentenciado de pena de morte no pelourinho do Funchal;
A chegada de Tristão Vaz da Veiga indigitado em finais de 1583 e na Madeira em 1585 como superintendente das coisas da guerra, governador das capitanias da ilha da Madeira , alcaide-mor da fortaleza e capitão-donatário de Machico. A ampliação das muralhas do Funchal.
O licenciado Domingos Vaz, corregedor. O Provedor da Fazenda e as Câmaras. A reorganização filipina das Ordenações: Jorge Cabedo de Vasconcelos e Damião de Aguiar.
O Funchal como centro internacional de contrabando dos impérios português e castelhano. As acções de Filipe II, das Casas da Mina e da Índia de Lisboa e da Contractation de Sevilha. A ilha da Madeira: A terra mais cara da coroa filipina. A sé do Funchal e Miguel de Cocxi.

10. A provedoria das obras de Álvaro Pires. A circulação dos modelos; pedido, risco, orçamentação; aprovação, arrematação; execução; vistoria; pagamento.
A arquitectura, a talha e a escultura, a ourivesaria, a pintura e os azulejos.


Bibliografia

História da Madeira, 2.º vol., As crises da 2ª metade do século XVI: 1566-1600, SRE, Funchal, 1991; História e Cultura da Madeira, CD, 2008


Data de Início: 2009-10-28

Data de Fim: 2009-10-28
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